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Atriz muda de vida para estrear em 'Escrito nas Estrelas'

23 jul 2010 - 07h19
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Carolina Pimentel

Intérprete da alegre Hilda, de Escrito nas Estrelas, Ewe Pamplona está rindo de orelha a orelha com o resultado. "É uma participação bacana e há uma grande química entre os atores", valorizou. O papel na trama de Elizabeth Jhin não veio por acaso. A atriz pernambucana faz parte do elenco da peça Dona Flor e Seus Dois Maridos, dirigida por Pedro Vasconcelos, que também é um dos responsáveis pela direção da novela.

"Ele achou que eu tinha o perfil da Hilda e me escolheu", comemorou. O começo da carreira de Ewe foi bem inusitado. A atriz se dividia entre os trabalhos de atriz e engenheira civil. Enquanto interpretava em algumas peças de teatro, Ewe também era gerente operacional em uma construtora, porém a notícia de que estaria no elenco do espetáculo Dona Flor e Seus Dois Maridos mudou radicalmente sua vida. "Nesse momento decidi que o que eu realmente queria era atuar", confessou.

Nome Completo: Ewerlane Pamplona de Sousa.

Data de Nascimento: Em 27 de Dezembro de 1978, em Pernambuco.

O primeiro trabalho na TV: Hilda, de Escrito nas Estrelas.

Sua atuação inesquecível: Ela, da peça Muito Além do Eu Te Amo.

Interpretação memorável: Edwin Luisi no monólogo Eu Sou Minha Própria Mulher.

Um momento marcante na carreira: Quando passei na audição da peça Dona Flor e Seus Dois Maridos. Larguei o emprego e decidi mudar a minha vida.

Ao que assiste: A Grande Família.

Ao que nunca assiste: Programas que exploram a miséria alheia.

O que falta na televisão: Trabalhos como os de Luiz Fernando Carvalho em Hoje é Dia de Maria e A Pedra do Reino. Ele mistura as linguagens cinematográfica e teatral.

O que sobra na televisão: Programas que exploram desgraça.

Ator: Tony Ramos.

Atriz: Fernanda Montenegro.

Se não fosse atriz: Hoje não faria Engenharia. Talvez escolhesse algo ligado à Comunicação.

Humorista: Chico Anysio.

Novela preferida: Mulheres de Areia, de Ivani Ribeiro, exibida pela Globo em 1993.

Cena inesquecível na TV: Morte da Heloísa, interpretada por Cláudia Abreu, na minissérie Anos Rebeldes, de Gilberto Braga, exibida pela Globo em 1992.

Melhor abertura de novela: Tieta, de Aguinaldo Silva, exibida pela Globo em 1989.

Canção inesquecível de trilha sonora: ABC do Santeiro, de Sá e Guarabira, da novela Roque Santeiro.

Vilão marcante: Nazaré, interpretada por Renata Sorrah, na novela Senhora do Destino, de Aguinaldo Silva, exibida pela Globo em 2004.

Personagem mais difícil de compor: Ela, da peça Muito Além do Eu Te Amo. Era muito intimista e envolvia muitos sentimentos que eu não tinha vivido.

Papel que mais teve retorno de público: A Hilda. O reconhecimento na TV é imediato.

Melhor bordão da TV: "Tô certo ou tô errado?", de Sinhozinho Malta, em Roque Santeiro.

Programa de humor: Cilada, de Bruno Mazzeo, exibido pelo Multishow.

Que novela gostaria que fosse reprisada: A Favorita, de João Emanuel Carneiro, exibida pela Globo em 2008.

Que papel gostaria de representar: Uma vilã.

Par romântico inesquecível: João Alfredo e Maria Lúcia, vividos por Cássio Gabus Mendes e Malu Mader na minissérie Anos Rebeldes.

Com quem gostaria de fazer par romântico: Alexandre Nero.

Filme: Quincas Berro D'Água, de Sergio Machado, de 2010.

Livro de cabeceira: A Canoa de Papel, de Eugenio Barba.

Autor predileto: Affonso Romano de Sant'Anna.

Projeto: Quero fazer trabalhos no Cinema.

Escrito nas Estrelas - Globo - Segunda a sábado, às 18h.

Ewe Pamplona
Ewe Pamplona
Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias / TV Press
Fonte: TV Press
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