MasterChef Brasil: Henrique Fogaça revela exigências para renovar com a Band e revela projeto com cannabis
Na bancada do júri há mais de uma década, o chef de cozinha também se define como um 'cara família'
O cozinheiro Henrique Fogaça, de 52 anos, está no elenco de MasterChef Brasil desde 2014, quando o talent show estreou na Band. Desde então, ele nunca deixou a bancada do programa, apenas em situações isoladas, como na temporada de Confeitaria, da qual declinou do convite para atuar como jurado e curtir uma temporada com a família.
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Em entrevista exclusiva ao Terra, o chef de cozinha e empresário explicou que, após uma década de dedicação ao MasterChef Brasil, algumas condições são importantes de serem colocadas à mesa a cada dois anos, quando renova o contrato com o canal.
"Não costumo pedir nada demais... peço o que [geralmente] já tem aqui, por exemplo, um camarim gostoso para descansar, uma comidinha e vamos trabalhar", disse ele.
Autodeclarado um 'cara de família', ele tem prezado cada vez mais pelo tempo com os parentes mais próximos, no caso, os filhos — Olívia, João e Maria Letícia — e a esposa, a engenheira química Carine Ludvic, com quem é casado desde 2018.
"É, eu dei uma dosada em algumas temporadas em que fiquei fora, foi por causa do acidente [no restaurante Jamille, onde aconteceu uma tragédia], e por causa da família também. Então, a melhor coisa é a gente saber dosar e equilibrar o nosso tempo, né?".
A vida além do 'MasterChef Brasil'
Além de ser jurado no MasterChef, Fogaça também tem outros planos para 2026. Defensor da cannabis, ele planeja democratizar o acesso à substância e ajudar pessoas.
"Eu já estou nesse meio da cannabis há 10 anos. A minha filha usa o óleo de cannabis [por questões de saúde] e nós criamos uma plataforma para [difundir mais ideias mercadológicas]. Eu estou inserido [nisso] pela saúde, pelo acesso e, futuramente, pretendo fundar um instituto voltado para este mundo, o Instituto Olívia, para que as pessoas que não têm condições possam fazer tratamento, fisioterapia, fono...".
Somado ao instituto, Henrique Fogaça também pretende investir em outra frente ainda pouco explorada no Brasil: a gastronomia canábica. "Sim, sim [pretendo], é uma coisa que não é tão difundida [no nosso país], mas, cada vez mais, a gente vai conseguindo abrir as portas para apresentar a medicina e o prazer de usar a cannabis na comida".

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