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Aguinaldo Silva revela que bebia para escrever as tramas de Raquel e Odete Roitman em 'Vale Tudo'

Autor relembra bastidores da criação de cenas clássicas da novela e comenta sobre as mudanças no processo de escrita com o passar dos anos

8 jul 2025 - 12h47
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A atriz Regina Duarte (à esquerda) e Beatriz Segall como a vilã Odete Roitman na versão original de 'Vale Tudo'
A atriz Regina Duarte (à esquerda) e Beatriz Segall como a vilã Odete Roitman na versão original de 'Vale Tudo'
Foto: Dida Sampiao/ Estadão; Acervo/TV G / Estadão

A exibição da nova versão de Vale Tudo nessa segunda-feira, 7, trouxe à tona um dos momentos mais icônicos da novela: a cena em que Raquel, interpretada por Taís Araujo, rasga o vestido de Maria de Fátima (Bella Campos) após descobrir as mentiras da filha.

A sequência é uma releitura da mesma cena exibida em 1988, protagonizada na época por Regina Duarte e Glória Pires, que se tornou um marco da teledramaturgia brasileira.

Na esteira da repercussão do remake, Aguinaldo Silva, um dos autores da versão original, compartilhou nas redes sociais lembranças dos bastidores da novela escrita ao lado de Gilberto Braga e Leonor Bassères. Em publicação feita nesta terça-feira, 8, o roteirista revelou detalhes curiosos sobre sua rotina de trabalho na época, incluindo o hábito de beber antes das reuniões de criação.

SIM, VALEU TUDO MESMO... Eu e Gilberto Braga na época em que, junto com Leonor Bassères, partilhávamos a suprema...

Publicado por Aguinaldo Silva em  Terça-feira, 8 de julho de 2025

Segundo Aguinaldo, as reuniões aconteciam em horários adaptados à rotina noturna de Gilberto Braga, que costumava acordar apenas no fim da tarde. Antes desses encontros, Silva contou que passava por uma churrascaria no Rio de Janeiro para comer uma picanha acompanhada de duas caipirinhas — combinação que, segundo ele, "calibrava" a criatividade necessária para bolar os confrontos entre Raquel e Odete Roitman, personagens centrais da narrativa.

O autor ainda refletiu sobre as mudanças no processo de escrita ao longo das décadas.

"Bons tempos aqueles em que, na máquina de escrever, éramos obrigados a produzir um texto da melhor qualidade na primeira - e única - tentativa. Hoje, no computador, a gente escreve, reescreve e... mesmo assim, ainda não ficamos satisfeitos... Nem nós, nem esse malvado chamado 'o público'!", concluiu o escritor.

Estadão
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