A psicologia afirma que as pessoas que cresceram sem internet entre os anos 80 e 90 desenvolveram uma habilidade fundamental
Sandy faz parte das pessoas que cresceram na década de 80 e têm habilidades essenciais que as gerações seguintes perderam; saiba mais
Muito antes das redes sociais dominarem a rotina das pessoas, crianças e adolescentes tinha as brincadeiras na rua como hábito tradicional, visitas inesperadas aos amigos e horas longe das telas faziam parte da infância de quem cresceu nas décadas de 1980 e 1990.
A psicologia aponta esse estilo de vida mais analógico pode ter fortalecido habilidades emocionais e sociais que hoje parecem cada vez mais raras.
Pesquisas recentes indicam que pessoas que cresceram antes da popularização da internet tendem a desenvolver com mais facilidade características como empatia, paciência, comunicação presencial e capacidade de lidar melhor com conflitos. A explicação está justamente no tipo de convivência daquela época, marcada por interações humanas mais diretas e menos dependentes da tecnologia.
Um exemplo popular dessa geração é Sandy. Aos 43 anos, a cantora viveu uma infância completamente diferente da realidade das crianças atuais. Na época em que fazia enorme sucesso ao lado do irmão Junior Lima, os dois vendiam LPs, CDs e até brinquedos licenciados, fenômeno extremamente comum nos anos 90 e cada vez mais raro na era digital.
Naquele período, a infância ainda era marcada por experiências presenciais. Era preciso esperar programas favoritos passarem na televisão, ouvir músicas em aparelhos físicos e criar relações sociais longe das notificações instantâneas.
Diversos estudos em psicologia buscaram entender justamente se crescer em um ambiente menos digitalizado poderia influenciar diretame...
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