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SZA conquista o Grammy de gravação do ano e consolida sua trajetória

Nascida Solána Imani Rowe, SZA transformou uma trajetória discreta no subúrbio de St. Louis em uma das carreiras mais observadas do R&B contemporâneo.

4 fev 2026 - 14h02
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Nascida Solána Imani Rowe, SZA transformou uma trajetória discreta no subúrbio de St. Louis em uma das carreiras mais observadas do R&B contemporâneo. Ao receber o Grammy de Gravação do Ano em 2026, a artista consolida uma caminhada que mistura vulnerabilidade, experimentação sonora e forte presença cultural. Além disso, a conquista se soma a anos de construção gradual, marcados por projetos influentes, parcerias estratégicas e uma base de fãs global em constante expansão.

A carreira da cantora não surgiu de forma instantânea. Antes de ocupar os principais palcos do mundo, SZA trilhou caminhos independentes, lançou mixtapes, testou estéticas sonoras e desenvolveu um estilo próprio que une R&B, soul, hip-hop e elementos alternativos. Com o tempo, sua narrativa pessoal, guiada por temas como relações afetivas, autoconhecimento e inseguranças, encontra eco em um público que se identifica com letras diretas e produção sofisticada.

De Nova Jersey para o mundo: origem e primeiros passos de SZA

Filha de pais com formação religiosa e educacional rigorosa, SZA cresce em Maplewood, Nova Jersey, em um ambiente repleto de referências diversas. A infância em uma comunidade suburbana e a convivência com diferentes estilos musicais moldam sua identidade artística. Além disso, a relação com a cultura hip-hop da região fortalece seu interesse pela música e pelo processo criativo.

Antes de se dedicar integralmente à música, a cantora frequenta a universidade, mas abandona os estudos para investir nas composições e gravações caseiras. No início da década de 2010, SZA circula em blogs e plataformas digitais com EPs independentes e chama a atenção pela sonoridade experimental e pelo timbre suave. Esse movimento atrai o interesse da gravadora Top Dawg Entertainment (TDE), conhecida por nomes como Kendrick Lamar e Schoolboy Q. O contrato com o selo marca um ponto de virada e leva a artista a um público mais amplo, sem que ela perca o caráter autoral e introspectivo das primeiras faixas.

SZA – Michael Buckner/Billboard
SZA – Michael Buckner/Billboard
Foto: Giro 10

Trajetória musical e álbuns mais importantes de SZA

A discografia de SZA permanece relativamente enxuta, mas cada projeto exerce forte impacto no R&B atual. O primeiro grande marco surge com o álbum "Ctrl" (2017), frequentemente citado como um dos discos de R&B mais influentes da década de 2010. Com faixas como "Love Galore" e "The Weekend", o trabalho consolida a artista como uma voz central na discussão sobre relacionamentos contemporâneos, inseguranças emocionais e identidade feminina em um cenário urbano e digital.

Em 2022, SZA amplia esse legado com "SOS", projeto que mistura R&B, pop alternativo, rock e até influências do indie. Assim, o álbum revela uma artista em pleno domínio criativo e em constante evolução. Canções como "Kill Bill", "Nobody Gets Me" e "Snooze" mostram versatilidade temática e sonora e alcançam as primeiras posições em paradas internacionais. Entre "Ctrl" e "SOS", a cantora lança singles, participações e remixes que mantêm seu nome em evidência e constroem uma narrativa contínua de evolução artística.

  • "Ctrl" (2017): consolida SZA como referência no R&B alternativo.
  • "SOS" (2022): amplia o alcance global e explora sonoridades mais diversas.
  • EPs e mixtapes anteriores: criam a base de fãs e fortalecem a identidade musical.

Quais são os principais sucessos, parcerias e turnês internacionais de SZA?

O repertório de SZA inclui hits que ocupam com frequência rádios, playlists e redes sociais. Entre as músicas mais conhecidas, destacam-se "Kill Bill", "Snooze", "Good Days", "Love Galore" e "The Weekend". Esses sucessos ganham força com videoclipes de forte apelo visual e com uma estética que combina referências de cultura pop, cinema e moda. Como resultado, o conjunto de obras transforma a cantora em figura central nos debates sobre representatividade e sensibilidade feminina negra na música mainstream.

As colaborações também impulsionam fortemente o crescimento de sua carreira. SZA divide vocais com artistas como Kendrick Lamar em "All The Stars", Travis Scott, Doja Cat em "Kiss Me More", DJ Khaled e Rihanna em composições, entre outros nomes de peso do hip-hop e do pop. Dessa forma, essas parcerias ampliam o trânsito da artista entre públicos distintos e levam sua voz para trilhas sonoras de filmes, premiações e campanhas de grande alcance.

No palco, a cantora consolida sua presença com turnês internacionais de grande procura. As apresentações de divulgação de "Ctrl" e "SOS" passam por diversas cidades da América do Norte, Europa e outros continentes. Além disso, SZA participa de festivais de grande porte e se afirma como atração principal, e não apenas como colaboradora em hits de outros músicos. Assim, ela reforça sua relevância como performer de R&B contemporâneo e amplia sua conexão com o público ao vivo.

Prêmios, Grammy de Gravação do Ano em 2026 e impacto cultural no R&B

Ao longo da carreira, SZA acumula indicações e prêmios em diversas premiações, incluindo Grammys, Billboard Music Awards, MTV Video Music Awards e BET Awards. O ponto mais alto dessa trajetória recente chega com o Grammy de Gravação do Ano em 2026. Esse marco posiciona a artista de forma definitiva entre os principais nomes da indústria musical mundial. A premiação reconhece não apenas a qualidade da canção específica, mas também o padrão de produção e a força de sua presença no mercado global.

O impacto cultural de SZA ultrapassa os números de streaming e vendas. Suas letras abordam temas como ansiedade, autoestima, relacionamentos frágeis, autocobrança e experiências de mulheres negras em contextos urbanos contemporâneos. Dessa maneira, a artista se torna um referencial geracional e inspira novas vozes do R&B que surgem na metade da década de 2020. Sua influência aparece tanto na construção de arranjos minimalistas e experimentais quanto na liberdade temática assumida por outras cantoras, que passam a tratar vulnerabilidades com mais naturalidade.

  1. Renovação do R&B com elementos alternativos e pop.
  2. Fortalecimento da representatividade feminina negra na música mainstream.
  3. Ampliação da discussão sobre vulnerabilidade emocional nas letras.
  4. Parcerias estratégicas que aproximam o R&B de novos públicos.

Em 2025 e 2026, com a consolidação de seu catálogo e a conquista de prêmios de grande projeção, SZA passa a ocupar um espaço de referência no cenário internacional. Para críticos, produtores e fãs, sua trajetória ilustra a transição do R&B para um formato mais híbrido, no qual as fronteiras entre gêneros se tornam menos rígidas e a narrativa pessoal ganha centralidade. Com isso, a cantora se firma como uma das vozes mais influentes da música atual e mantém forte relevância artística e cultural em um mercado em constante transformação.

SZA – John Locher)
SZA – John Locher)
Foto: Giro 10
Giro 10
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