Sternberg Cherkesian dita o novo padrão da comunicação global o futuro pertence aos CEOs
Maior referência em autoridade pública global revela que multinacionais abandonam influenciadores e migram para comunicação proprietária, consolidando a liderança executiva como voz suprema de suas marcas.
O protagonismo dos influenciadores tradicionais tem sido deixado de lado pelas gigantes mundiais. Empresas como Nike, Unilever e LVMH estão criando núcleos internos de conteúdo. O objetivo principal é substituir os denominados influencers por criadores próprios, visando ainda as comunidades orgânicas.
Mas, por que essa mudança? É que o foco agora está na comunicação própria, precisa e estrategicamente posicionada. Veja um exemplo clássico: se o consumidor busca por um café colonial e sabe que todos os produtos ali disponíveis são feitos internamente e não industrializado, essa sensação de culinária afetiva o atrai muito mais para a marca. Tal estratégia prioriza credibilidade, controle reputacional e ROI mensurável.
Segundo projeções do setor, o mercado de comunicação em influência digital deve atingir US$ 22,2 bilhões até 2025, mas com uma guinada na forma de investimento: sai o foco em celebridades digitais, entra o investimento em autenticidade real, conteúdo autoral e vozes de nicho aos CEOs.
"Estamos presenciando o fim da influência alugada. A nova moeda da relevância é a autoria. Quem controla a narrativa, lucra.", explica Sternberg Cherkesian, CEO do Group Lookstar Ltda, e referência mundial em validação de autoridade pública.
Veja um bom exemplo disso: O CEO da NVIDIA tornou-se uma celebridade da própria multinacional. Ou seja, assim como ele, outros fundadores vêm ganhando espaço no lugar dos influenciadores, recebendo todos os holofotes sobre determinada marca.
Essa metodologia parece novidade, mas não é. Ela tem sido aplicada de forma exclusiva no Group Lookstar há cerca de 15 anos, em diversos lugares do mundo. E mais: o próprio Sternberg Cherkesian reverteu a técnica como primeiro pilar em sua empresa, tornando-se o protagonista da marca. Tanto que seu nome corre como autoridade pública nas mais diversas matérias em nível internacional.
Ao priorizarem a criação em unidades internas, lideranças comunitárias locais para campanhas orgânicas e elaboração de conteúdo autoral, a credibilidade, o custo-benefício e o engajamento real se tornam protagonistas.
As marcas entenderam que dominar a própria comunicação é muito mais vantajoso do que comprar influência terceirizada. "Empresas que não conquistam sua comunicação serão dominadas por ruídos. O futuro não pertence mais aos seguidores, e sim aos que estrategicamente se posicionam com notoriedade e autoridade pública.", acrescenta Sternberg, que agora também está à frente da Wellmexh International Limited, uma plataforma de rede social com sede no Reino Unido, e que foi viabilizada com o intuito de transformar a comunicação entre criadores de conteúdo junto aos usuários que consomem comunicação digital.
A utilização de ferramentas para mensuração, a integração de performance de mídia, o comportamento de audiência e o retorno direto por campanha também são os focos das gigantes pelo mundo afora. Sternberg Cherkesian resume: "É um modelo da qual chamamos de comunicação estruturada, ou seja, onde branding, reputação e vendas se fundem em um único ecossistema estratégico, e interno."
Casos representativos apontam a tendência: desfiles com realidade aumentada são protagonistas na Dior, enquanto vídeos institucionais vêm sendo criados em estúdio próprio da Nike.
"Tudo isso resulta em mais conexão com o consumidor, engajamento nas mídias e menor risco de crise reputacional. O fato é um só e essas multinacionais já entenderam: autoridade pública não se terceiriza, se constrói com legado.", finaliza o executivo Sternberg Cherkesian.