Shein começa a vender livros após perceber que clientes americanos leem de 1 a 3 títulos por mês
'Isso não é tendência, é um estilo de vida', declarou George Chan, gerente geral da Shein nos Estados Unidos, sobre o hábito de leitura de seus jovens clientes
A Shein, varejista conhecida por vender itens de moda, começou a vender livros nos Estados Unidos. A plataforma chinesa aproveita o interesse da geração Z, sua principal clientela, pelos livros físicos para se lançar neste novo segmento.
"O cliente médio da Shein lê de um a três livros por mês. Isso não é tendência, é um estilo de vida", declarou George Chan, gerente geral da Shein nos Estados Unidos, em um comunicado enviado à imprensa. "Estamos animados em apoiar o amor de nossos clientes pela leitura", completou o executivo.
A métrica apresentada por Chan é uma das encontradas em um estudo encomendado pela Shein, com 11 mil americanos com mais de 18 anos. A pesquisa mostrou que um terço dos entrevistados leem livros diária ou semanalmente. Os gêneros mais desejados são romance, fantasia e mistério.
Para a entrada no novo mercado, a plataforma chamou a Alibris, marketplace de venda de livros novos e usados, semelhante à brasileira Estante Virtual, que colocou à disposição dos clientes da Shein mais de 100 mil títulos em diversos gêneros.