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'Priscilla - O Musical' é adaptação 'atemporal' de filme que 'envelheceu', diz diretor; entenda

Longa de 1994 inspira o espetáculo que marca a estreia de Reynaldo Gianecchini em musical e conta com 'Kevinho' de 'Terra e Paixão' no elenco. Mas ele vai além. Isso porque, para o diretor Mariano Detry, o filme retrata uma realidade que não é mais verdadeira

7 jun 2024 - 14h40
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Filme de baixo orçamento, Priscilla - A Rainha do Deserto (1994) conquistou um inesperado sucesso mundial, além de prêmios valiosos, como o Oscar na categoria de figurino. Escrito e dirigido pelo australiano Stephan Elliott, o longa, que ganha uma adaptação para musical agora no Brasil, teve origem a partir de uma triste imagem: o desespero de uma drag queen, cuja fantasia perdera as plumas durante o carnaval brasileiro. Foi como nasceu a história de duas drags e um transexual percorrendo o deserto australiano em busca de uma redenção para seus problemas pessoais.

O contraponto está em Bernadette, a veterana transformista que embarca na viagem para se consolar da perda de um amor. "Ela é exemplo do que chamamos de transcestrais, artistas que carregam a memória da nossa história, base do que somos hoje", comenta a atriz trans Verónica Valenttino, que alterna a interpretação do papel com Wallie Ruy.

Bernadette é uma elegante mulher transexual que já foi a estrela de Les Girls e cultiva hábitos antigos ao não admitir modernidades como drags cantando em vez de dublar. "Somos atrizes cantantes e ela é glamourosa, trazendo o charme da velha Hollywood com humor ácido e inteligência, além de sensibilidade", completa Wallie.

Priscilla, a Rainha do Deserto - O Musical

  • Teatro Bradesco/Shopping Bourbon (R. Palestra Itália, 500)
  • 5ª e 6ª, 20h. Sábado e domingo, 16h e 20h. Até 1/9
  • R$ 95 / R$ 200
Estadão
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