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Quase brasileiro, Seal se declara para a família Caymmi

18 mar 2011 - 19h37
(atualizado às 20h02)
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Bruno Martins

O cantor inglês Seal faz sua quarta passagem pelo Brasil em 2011. A primeira, há quase 20 anos, foi no Hollywood Rock, no Rio de Janeiro. Mas a sua relação com o País vai muito mais além disso. Um de seus avôs é brasileiro. Em entrevista exclusiva ao Terra, Seal contou um pouco do porquê gosta tanto do nosso País, e comentou sua primeira apresentação, feita em São Paulo. Além disso, declara: "O Rio é uma das minhas cidades favoritas no mundo".

A turnê 2011 começou em São Paulo. Como foi a primeira apresentação?

Foi fantástico. O show, as pessoas. Quando eu vejo a programação de show e vejo o Brasil na agenda, isso me deixa muito feliz.

Um de seus avôs é brasileiro, nascido em Salvador (BA). Como é sua relação com o Brasil hoje?

Eu sinto uma forte conexão porque a música está no sangue dos brasileiros. E, em mim, eu sinto a mesma coisa. Eu adoro todos os tipos de música e quando eu escuto música brasileira, eu sinto isso em meu sangue, em minha alma. Para mim, essa é a melhor experiência. Essa é a a melhor relação.

Então você gosta de cantores brasileiros? Quem são eles?

Dorival Caymmi, Dori Caymmi... Gosto de todos os Caymmis. Gilberto Gil, Luciana Mello. Ela estava em meu show em São Paulo. Luciana é ótima.

Claro que você gosta das suas músicas, mas deve ter uma que você goste mais. Qual é?

As minhas músicas são como meus filhos: eu gosto de todos da mesma forma, mas há algumas músicas que eu gosto de cantar mais que outras. Do novo álbum, eu adoro cantar Silence e Secrets.

Alguns artistas internacionais dizem que o público brasileiro é diferente dos demais ao redor do mundo. Você também acha isso? Por quê?

O público brasileiro é o mais apaixonado do mundo inteiro. Quando você está se apresentando, você sente o calor, você sente a paixão. Eles não se repreendem, Eles são mais livres, eles liberam seus sentimentos, suas expressões de amor, suas lágrimas. É uma coisa típica da América Latina em geral, mas no Brasil é mais extremo. Brasil é paixão completa e eles mostram suas emoções mais que tudo. Para um show, isso é a melhor coisa. É a melhor experiência.

Você visita o País quando está de férias, para descansar?

Não. Não há tempo. O único problema é que não há tempo. Mas, sim. Eu virei assim que tiver um tempinho.

Sua mulher, a modelo Heidi Klum não fica com ciúmes quando você diz a ela que vem para o Brasil, já que todo mundo comenta que aqui temos mulheres muito bonitas?

Não. Minha mulher é muito inteligente para ser ciumenta. Ela é muito inteligente e muito bonita para isso.

O que exatamento você gosta no Rio de Janeiro?

A história e o ritmo é que eu gosto. Eu não vou à praia, mas eu sinto a história e sinto o ritmo. No Carnaval eu não estava aqui. Eu nunca vim ao Brasil para o Carnaval, mas assisti pela televisão. O Rio é uma das minhas cidades favoritas no mundo.

E samba? Você gosta de samba?

Eu adoro samba. Tem como não gostar de samba? O que eu gosto da música brasileira é a história dela. Ritmos africanos com escalas melódias. E isso é o que a faz tão poderosa.

'Killer', 'Crazy', 'Kiss from a Rose', 'My Vision' e 'Love's Divine' foram sucessos que não faltaram no repertório do show
'Killer', 'Crazy', 'Kiss from a Rose', 'My Vision' e 'Love's Divine' foram sucessos que não faltaram no repertório do show
Foto: Fernando Borges / Terra
Fonte: Especial para Terra
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