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Resenha: "CONFESSIONS II" exorciza os fantasmas do passado com triunfo de Madonna

Em um reencontro histórico com suas raízes, Madonna prova que a pista de dança continua sendo seu templo sagrado de sobrevivência e reinvenção

4 jul 2026 - 12h10
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Se a juventude é a moeda de troca mais valiosa do pop atual, Madonna acaba de declarar falência das fórmulas fáceis do mercado para reabrir o seu próprio banco de tendências. Em CONFESSIONS II, disco lançado nesta sexta-feira, a rainha do Pop não quer apenas que você dance; ela exige que você use o corpo como um escudo contra o cansaço do mundo real. O novo trabalho é uma carta de alforria de quem passou a última década sendo cobrada por um passado impecável e respondeu trancando-se no estúdio para projetar o futuro.

Madonna, em foto por Rafael Pavarotti
Madonna, em foto por Rafael Pavarotti
Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

O hiato desde as experimentações caóticas e questionáveis de Madame X (2019) serviu para Madonna limpar a mesa. Cansada das salas de composição corporativas e da ditadura dos algoritmos de 15 segundos, ela ligou para o seu arquiteto sonoro de confiança, Stuart Price. O diagnóstico era claro: o pop precisava recuperar o fôlego. O resultado dessa reclusão é um manifesto eletrônico contínuo, onde o botão de pular faixa se torna um pecado e a pista volta a ser tratada como um templo sagrado.

O TMDQA! já decorou cada virada dessa tracklist hipnótica e te conta, sem rodeios, por que este é o resgate mais honesto e cru da maior força que a música pop já viu. Bora lá?

LEIA A MATÉRIA COMPLETA AQUI

Tenho Mais Discos Que Amigos!
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