Nelson Motta rejeita saudosismo no Doce Maravilha: "se enterre junto com a sua nostalgia"
Curador do Doce Maravilha fala sobre a vitalidade da música brasileira, defende o diálogo entre artistas de diferentes gerações e comenta encontros marcantes da edição 2026 do festival
9 jul
2026
- 02h10
Jornalista, compositor, produtor, escritor, letrista, roteirista, DJ, curador e, antes de tudo, ouvinte. O paulistano Nelson Cândido Motta Filho é tudo isso e muito mais. Famoso mesmo é Nelson Motta, nome que atravessa festivais, discos, boates, livros, musicais e algumas das histórias mais conhecidas da música brasileira.
Aos 81 anos, ele poderia se apoiar apenas no passado que viu de perto e ajudou a construir. Mas prefere falar do agora. Ou como Gilberto Gil já o descreveu: "Sempre de costas para o que já foi, Sempre de frente para o Sol nascente."
Curador do Festival Doce Maravilha 2026, no Rio de Janeiro, Motta olha para a nova cena brasileira com entusiasmo e pouca paciência para a velha frase de que "no meu tempo era melhor".
Comentários
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.