Kell Smith lança o álbum ‘O Velho e Bom Novo’
Em seu segundo disco, a cantora e compositora mergulha em temas como vulnerabilidade, amor, saúde mental e ressignificação do luto.
"Era uma vez..." Quis o destino que a introdução típica de contos de fada desse nome a uma música que parou o Brasil. Mas foi apenas a primeira página da história de uma cantora e compositora que se prova muito maior. Agora, Kell Smith lança "O Velho e Bom Novo", seu segundo álbum, inaugurando uma nova fase de sua carreira. Com 12 canções autorais, 8 delas em parceria com o maestro e produtor musical Bruno Alves, o disco é um convite poético à reflexão sobre vulnerabilidades, autoconhecimento e amor.
O lado A do álbum, com 6 faixas, acaba de chegar às plataformas digitais. Gravado com equilíbrio entre técnicas analógicas e digitais, "O Velho e Bom Novo" traz a inspiração e a voz de uma artista visceral, única, despida de qualquer recurso de afinação artificial. Concebido como uma obra com lados A e B, o "O Velho e Bom Novo" resgata referências de uma época gloriosa da música brasileira, abraçando temas urgentes, como a saúde mental, depressão e ressignificação do luto.
Sobre a artista
Filha de missionários, Kell morou em todas as regiões do Brasil. Das grandes metrópoles até uma aldeia indígena. Foi nestas andanças pelo Brasil que, aos 12 anos, Kell teve seu primeiro contato com a música não religiosa. Seu pai a presenteou com uma vitrola achada no lixo e o disco "Falso Brilhante" (1976), de Elis Regina. A poesia de Belchior, Aldir Blanc e a voz inigualável da cantora gaúcha mudaram sua vida. Dez anos depois, o pai lhe disse que "não adianta você ser útil só para a família, você deve ser útil aos que você não sabe o nome". Anos depois, em 2019, chegou ao topo das paradas de rádios, plataformas de streaming e entrou em milhões de lares através de programas de TV.
Confira o videoclipe de "Vulnerável", faixa do novo disco, abaixo: