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Justiça arquiva inquérito sobre queda de helicóptero de Marrone

18 abr 2013 - 14h36
(atualizado às 14h58)
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Andressa Suita, noiva de Gusttavo Lima, curtiu a noite de domingo (3) na Outlaws, em São Paulo. O sertanejo Marrone também marcou presença
Andressa Suita, noiva de Gusttavo Lima, curtiu a noite de domingo (3) na Outlaws, em São Paulo. O sertanejo Marrone também marcou presença
Foto: Leo Franco / AgNews

A Justiça arquivou nesta quinta-feira (18) o inquérito que apurava as responsabilidades criminais pela queda do helicóptero do cantor Marrone, da dupla sertaneja Bruno & Marrone, que caiu no dia 2 de maio de 2011, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. A suspeita de que o cantor era quem estava no comando do aparelho não foi comprovada. E como nenhuma das testemunhas e vítimas representou contra o cantor, o Ministério Público pediu arquivamento do caso.

O aparelho caiu na área do Recinto de Exposições Agropecuárias de Rio Preto depois de levantar voo do aeroporto Eribelto Manoel Reino, a 550 metros do recinto. No helicóptero estavam, além do cantor, o piloto Almir Carlos Bezerra, que teve uma das pernas amputadas; e o primo e assessor do cantor, Jardel Alves Borges, que ficou internado por vários dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base (HB). Marrone teve ferimentos leves.

Logo após o acidente, Bezerra disse que era ele quem estava no comando do aparelho, embora Marrone estivesse na poltrona direita, destinada ao comandante, daí a suspeita de que o cantor estivesse pilotando o aparelho no momento da queda, mesmo sem possuir curso para isso. Na ocasião, Bezerra disse que, assim que decolou do aeroporto, o aparelho perdeu a potência e ainda tentou um pouso forçado, mas não conseguiu controlá-lo.

O caso estava sendo conduzido pelo promotor criminal Fábio Luiz Miskulin, que depois de quase três anos e diversas diligências, enviou na semana passada o pedido de arquivamento para o juizado da 4ª Vara Criminal. Nesta quinta-feira, o caso foi arquivado com a sentença do juiz substituto Luiz Gonçalves da Cunha Júnior. O juiz concordou com as justificativas do MP, de que não havia mais condições de prosseguir com o caso porque as vítimas não representaram contra o cantor e as investigações não comprovaram que Marrone estivesse pilotando o aparelho no momento do acidente. Além disso, os laudos da Aeronáutica com as causas do acidente até hoje não foram concluídos.

Fonte: Terra
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