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Zeca Camargo recebe crítica por ganho de peso e médico faz alerta: 'Não é correto'

Zeca Camargo responde a críticas sobre o peso e diz estar bem; médico nutrólogo alerta sobre o que o excesso de gordura pode esconder

27 abr 2026 - 13h09
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O jornalista e apresentador Zeca Camargo, de 63 anos, foi alvo de uma onda de comentários negativos nas redes sociais após aparecer em uma entrevista com Joyce Pascowitch. Inconformado com o desvio de foco, ele gravou um vídeo para se posicionar. "Resolvi gravar esse vídeo em nome da nossa relação de honestidade, afeto e transparência. Desde ontem eu comecei a receber um monte de mensagens de pessoas que eu realmente gosto, perguntando se eu estava bem de saúde. As pessoas estavam mais interessadas na roupa que eu estava usando e na minha forma física, e menos no conteúdo", lamentou. Em seguida, foi direto: "Está tudo ótimo."

Foto: Mais Novela

O caso, no entanto, reacende um debate que vai além da estética. Para o Dr. Rhuan Lopes, especialista em nutrologia e emagrecimento avançado, o tema exige equilíbrio. "Hoje existe uma linha muito tênue entre não ser preconceituoso e, ao mesmo tempo, não negligenciar sinais importantes do corpo. A obesidade é uma condição clínica reconhecida e está associada a diversas doenças", explica. Segundo ele, o acúmulo de gordura na região abdominal merece atenção especial. "O acúmulo de gordura visceral, que é aquela na região da barriga, está diretamente ligado a alterações como resistência à insulina e também à esteatose hepática, que é o acúmulo de gordura no fígado", afirma.

O médico reforça que esse tipo de análise não deve se confundir com julgamento estético. "A circunferência abdominal aumentada é um dos principais sinais clínicos de risco. Isso indica que o corpo pode não estar funcionando de forma saudável, independentemente da percepção individual de bem-estar", pontua. Ao mesmo tempo, ele faz um alerta importante sobre como o assunto é tratado publicamente: "É fundamental não associar automaticamente um corpo gordo a doença de maneira preconceituosa. Existe muita gordofobia disfarçada de preocupação com saúde. Mas também não é correto passar a mensagem de que qualquer quadro de obesidade está necessariamente controlado ou sem impacto", destaca.

Para o especialista, o caminho passa pela individualização. "Cada caso precisa ser analisado individualmente, com exames, histórico e acompanhamento profissional. Saúde não é estética, mas também não pode ser dissociada de critérios médicos objetivos", conclui Dr. Rhuan Lopes.

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