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Whindersson se recusa a ajudar o Vasco e Felipe Neto critica

O influenciador Felipe Neto e o jornalista esportivo José Passini criticaram Whindersson Nunes

10 set 2021 15h55
| atualizado às 18h44
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Rusgas entre Whindersson Nunes e Felipe Neto ecoaram no Twitter na noite de quinta-feira, 9. A briga começou quando um seguidor do humorista o pressionou para ajudar financeiramente o clube carioca Vasco da Gama para trazer Philippe Coutinho, e citou Felipe Neto e Marcelo Adnet que ajudam o Botafogo.

"Tô financiando uma pesquisa pra um motor adaptado pra motorizar qualquer tipo de cadeira de rodas, e um dispositivo que deixa uma mancha fluorescente nos buracos das estradas pra ninguém se acidentar à noite, já que não tapam os buracos. Não vou gastar nada com time, só torcer", respondeu Whindersson.

O jornalista esportivo e vascaíno José Passini respondeu agressivamente ao comentário de Nunes: "Por isso tu é corno". Depois ele apagou o comentário e escreveu: "Tive que apagar, mas fica o registro do dia em que entramos na mente do homem que se negou a ajudar o Vasco da Gama".

Whindersson rebateu, chamando Passini para "briga", dando a entender que processaria o jornalista. Felipe Neto apareceu na conversa e tomou o partido de Passini. "Quem quiser falar mal do Passini terá que me derrubar primeiro", e direcionou ao jornalista uma promessa: "Irmão, tu vai ter mais advogado que o Eike Batista."

Whindersson quer apenas ser torcedor do Vasco; Felipe já investiu diversas vezes no Botafogo (Montagem LANCE!)
Whindersson quer apenas ser torcedor do Vasco; Felipe já investiu diversas vezes no Botafogo (Montagem LANCE!)
Foto: LANCE!

Felipe Neto ainda replicou: "Investi quase um milhão de reais na criação do Instituto VERO de educação digital. Criei o movimento 'Cala a boca já morreu', de apoio para pessoas perseguidas por opinião. E vou gastar em time, sim".

Whindersson ironizou a atitude de Felipe Neto. "Parabéns, é o próprio Jesus", brincou, completando que o youtuber tem mania de comprar brigas: "O cara dá um jeito de entrar em tudo".

Estadão
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