VÍDEO: Vidente afirma saber o paradeiro do corpo de Eliza Samudio
Carta psicografada detalha momentos de violência e desfecho trágico da modelo
A suposta localização do passaporte de Eliza Samudio em Portugal surge em um momento de declarações firmes da família. Sônia Moura, mãe da modelo, reafirmou publicamente sua convicção de que a filha não está viva, apesar do mistério renovado pelo aparecimento do documento na Europa.
O caso volta a chamar atenção pelas alegadas manifestações espirituais que tentam relatar o que aconteceu. Entre os relatos compartilhados nas redes sociais, destaca-se uma carta psicografada atribuída à própria modelo, descrevendo momentos de extrema violência antes do desfecho fatal.
A vidente Chaline Grazik leu o texto, que detalha agressões físicas e asfixia, além da percepção da vítima sobre o comportamento dos agressores, que estariam em pavor e confusão ao tentar decidir como ocultar os vestígios do crime.
Leia a carta na íntegra:
"Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu.
Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu cérebro. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo, tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, de não saber o que fazer.
Porém, pareciam endemoniados.
Não paravam com aquela situação.
Nunca imaginei do que fossem capazes.
Um dava ideia ao outro do que fazer e como fazer para esconder o corpo. Me bateram muito. Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira, uma madeira com bastante fiapos e me bateram no meu corpo até que meu corpo ficasse no fundo.
Cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime.
Eu vi tudo, tudo mesmo, e foi muito doloroso, senti tudo".
Apesar de não possuírem valor jurídico ou comprovação pericial, esses relatos detalhados sobre o sofrimento e a suposta ocultação do corpo alimentam o imaginário popular e reacendem o debate sobre o caso.
Assista:
Ver essa foto no Instagram
Ver essa foto no Instagram