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Vereadora diz que vai tomar medidas judiciais contra Cássia Kis por transfobia; entenda

Após confusão em banheiro público, Cássia Kis deve receber processo movido por vereadora

26 abr 2026 - 17h48
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A repercussão de um episódio ocorrido em um shopping do Rio de Janeiro mobilizou autoridades e ativistas nos últimos dias. A vereadora de Niterói, Benny Briolly, tornou pública sua indignação após tomar conhecimento da denúncia feita por Roberta Santana, uma mulher trans que afirma ter sido impedida de utilizar o banheiro feminino no Barra Shopping, na Zona Oeste da cidade, na última sexta-feira (24/4).

Vereadora diz que vai tomar medidas judiciais contra Cássia Kis por transfobia; entenda
Vereadora diz que vai tomar medidas judiciais contra Cássia Kis por transfobia; entenda
Foto: Mais Novela

De acordo com o relato de Roberta Santana, que trabalha como auxiliar de restaurante no local, a situação teria ocorrido após a intervenção da atriz Cássia Kis, gerando um momento de constrangimento e exposição. O caso levantou debates sobre direitos básicos e respeito à identidade de gênero. Diante disso, Benny Briolly, conhecida por sua atuação em pautas sociais e de direitos humanos, se posicionou rapidamente, oferecendo acolhimento à vítima e colocando sua equipe jurídica e psicológica à disposição.

Defesa de direitos

A parlamentar informou que pretende levar o caso ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, responsabilizando tanto a atriz quanto o estabelecimento. Primeira mulher trans eleita e reeleita no estado, Benny Briolly ressaltou que situações como essa não devem ser tratadas como exceção, mas como reflexo de uma estrutura que ainda marginaliza pessoas trans. Ela também destacou a importância de iniciativas como a caravana "Libera o Meu Xixi", que busca conscientizar a sociedade sobre o direito ao uso de banheiros conforme a identidade de gênero.

Em sua declaração, a vereadora foi enfática ao afirmar: "O que aconteceu não é um caso isolado, é reflexo de uma estrutura que ainda insiste em desumanizar corpos trans. Não vamos aceitar. Toda pessoa tem direito à dignidade, ao respeito e ao básico: existir sem ser violentada. Vamos responsabilizar todos os envolvidos e seguir ocupando, lutando e garantindo direitos. Nossos corpos não são negociáveis".

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