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Qual é o diagnóstico do filho de Marília Mendonça? Leo faz tratamento para doença sem cura

Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo, recebeu diagnóstico aos 5 aninhos e, agora, faz tratamento com monitoramento do pai Murilo Huff

23 jun 2025 - 16h09
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Recentemente, o cantor Murilo Huff revelou que seu filho Leo, fruto de seu relacionamento com Marília Mendonça (1995-2021), enfrenta uma doença sem cura. Em conversa com o portal Alô Alô Bahia, o sertanejo contou que o menino de 5 anos descobriu ter diabetes 1 em 2022 e, agora, faz um tratamento que envolve uma tecnologia avançada.

Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo, recebeu diagnóstico aos 5 aninhos e, agora, faz tratamento com monitoramento do pai Murilo Huff
Filho de Marília Mendonça, o pequeno Leo, recebeu diagnóstico aos 5 aninhos e, agora, faz tratamento com monitoramento do pai Murilo Huff
Foto: Mais Novela

O artista pesquisou muito a respeito do diagnóstico ao lado dos médicos e trouxe um sensor de glicose dos Estados Unidos, já que o aparelho equivalente ainda não existe no Brasil. "Esse botãozinho que saiu aí nas notícias, foi um tratamento que eu trouxe pra ele dos Estados Unidos, porque não tem no Brasil. Na verdade tem similares, mas esse é até melhor", contou.

A doença

Em conversa com a MAIS NOVELA, a médica endocrinologista pediátrica Dra Julienne Carvalho explicou que a diabetes 1 é uma doença crônica que impede o corpo de produzir insulina. Ela aponta que o diagnóstico afeta a saúde física e mental da criança.

"Afeta também a vida da família. Isso porque o tratamento exige cuidado contínuo e planejamento da rotina para que a glicose do sangue seja mantida na faixa desejável a maior parte do tempo", disse. "Quando a glicose no sangue está muito baixa (hipoglicemia) ou quando está alta ( hiperglicemia) tem-se as complicações imediatas e as de longo prazo. Em crianças mais jovens esse equilíbrio é mais difícil".

Tratamento

A profissional do Hospital Pequeno Príncipe listou os cuidados necessários para o tratamento de uma criança com diabetes 1:

  • Monitorização da glicose sanguínea (pode ser feito com múltiplas picadas de ponta de dedo ao dia ou por meio de sensores)
  • Administração de insulina (por meio de múltiplas injeções diárias ou de "pumps" de insulina ). Os pumps são as bombas de insulina, também chamados de sistema de infusão contínua)
  • Alimentação saudável (planejamento dos horários das refeições e controle da quantidade de carboidratos ingeridos)
  • ⁠Exercícios regulares (ajudam a baixar a glicose, mas precisa cuidar para não baixar demais)

Tem cura?

Por enquanto, a diabetes tipo 1 não tem cura. Mas Julienne explica que a ciência está se aproximando de uma solução: "Acredita-se que a cura do diabetes tipo 1 esteja próxima. Já há estudos com resultados promissores envolvendo principalmente o uso de células-tronco, de novas drogas imunomoduladoras e de transplante de células geneticamente modificadas".

Ela acrescenta que, enquanto não temos a cura, a tecnologia avançada já desenvolveu tratamentos mais eficazes: "Os avanços tecnológicos contribuem grandemente para o melhor controle do diabetes: sensores, pumps, aplicativos que fazem a contagem dos carboidratos ingeridos e a dose necessária de insulina, possibilidade dos pais de acesso à distância via celular de como está o controle em tempo real, com certeza tudo isso trouxe avanços para a melhora do controle e a redução das complicações. Contudo, o stress da família causado pela preocupação constante é enorme".

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