Luciana Gimenez faz revelação após ser citada em documentos do caso Jeffrey Epstein
Apresentadora divulga carta aberta negando qualquer vínculo e explica transações financeiras citadas
Luciana Gimenez, 56 anos, publicou uma carta aberta nesta segunda-feira (9) após seu nome surgir em documentos oficiais relacionados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Na nota, a apresentadora nega qualquer relação com o norte-americano condenado por crimes sexuais e esclarece que as transações financeiras mencionadas nos arquivos se referem apenas a movimentações entre suas próprias contas.
"Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele", afirma o comunicado. "A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações."
De acordo com a nota, ao perceber a presença de seu nome nos documentos publicados no site do Departamento de Justiça americano, Luciana entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possui conta, para entender o motivo da menção. Ela aguarda uma resposta oficial da instituição financeira.
O comunicado ainda explica que informações preliminares indicam que o governo dos EUA solicitou todos os registros de clientes de determinados períodos, sem filtrar nomes específicos, o que resultou na publicação integral do material, sem análise prévia.
A defesa da apresentadora ressalta que os arquivos incluem nomes de diversos correntistas sem qualquer ligação com o caso Epstein.
"As movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física. Por se tratarem de dados antigos, o banco está trabalhando para compilar todas essas transações internas e comprovar que se tratam de transferências da própria Luciana para si mesma."
Luciana afirma que permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e solicita "cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação".
Os documentos divulgados pelo Departamento de Justiça americano em 30 de janeiro fazem parte de um conjunto de cerca de 3,5 milhões de páginas da investigação sobre Jeffrey Epstein.
O material inclui extratos bancários, e-mails e outros registros que mencionam diversas figuras públicas, embora a simples citação nos arquivos não indique envolvimento em atividades ilegais.
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