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Juliette admite 'inspiração' em capa de single, mas vai acionar jurídico para quem a acusa de plágio

Cantora foi acusada de copiar a dupla Anavitória em imagem, mas referência original é de Marina Abramovic; 'As acusações de plágio são infundadas e estão sendo analisadas uma a uma pelo jurídico', declarou equipe da cantora

28 nov 2023 - 10h27
(atualizado às 15h51)
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As referências do trabalho de Juliette foram assunto no Twitter (X) mais uma vez. Na última segunda-feira, após divulgar a capa de Falta de Atenção, sua nova música com o música Nattanzinho, a cantora foi alvo de acusações de plágio.

Capa do novo single de Juliette
Capa do novo single de Juliette
Foto: Reprodução/Instagram/@juliette / Estadão

A equipe de Juliette publicou uma nota nesta terça-feira, 28. "Esclarecemos que a inspiração para o visual foi a obra Rest Energy, dos artistas Marina Abramovic e Ulay, criada em 1980 em Amsterdã - pelos quais a cantora tem profunda admiração?, diz o comunicado.

"Ressaltamos que as acusações de plágio são infundadas e estão sendo analisadas uma a uma pelo jurídico. O processo criativo buscou referenciar e homenagear a obra original sem reproduzi-la", finaliza a nota.

Entenda a acusação

Para alguns internautas, a cantora estaria copiando o trabalho de Anavitória. "Já vi isso em algum lugar", comentou uma fã da dupla. "Que original trazer essa referência para a música brasileira", ironizou outro.

A discussão se intensificou depois que outros internautas ressaltaram outra inspiração. Na verdade (e como reforçado pela nota da cantora), a capa faz uma referência à obra Rest Energy (1980), da artista Marina Abramovic.

Não é a primeira vez que as inspirações no trabalho de Juliette são motivo de crítica: ela já foi acusada de copiar artistas como Manu Gavassi e Boogarins, além de estar envolvida na polêmica campanha Magia Amarela. "Sua equipe leva o 'nada se cria, tudo se copia' muito ao pé da letra", escreveu um internauta.

Apesar disso, muitos fãs defenderam a cantora. "É normal usar referências. Hoje em dia, nada é inédito", comentou outra usuária do X.

Estadão
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