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Jornalista Erlan Bastos morre aos 32 anos

Apresentador do 'Bora Amapá', da NC TV Amapá, teve carreira ligada ao jornalismo de entretenimento

17 jan 2026 - 10h47
(atualizado às 14h06)
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Jornalista apresentava o programa 'Bora Amapá', da NC TV Amapá
Jornalista apresentava o programa 'Bora Amapá', da NC TV Amapá
Foto: @erlan_bastos via X / Estadão

O jornalista Erlan Bastos morreu aos 32 anos na manhã deste sábado, 17, em Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pela NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, onde ele trabalhava como apresentador do programa Bora Amapá. A causa da morte não foi divulgada.

Colunista do portal Em Off, com atuação voltada ao jornalismo de entretenimento e aos bastidores da mídia, Erlan ganhou visibilidade pelo estilo direto e pela relação próxima com a audiência. O jornalista também teve passagens pela Record e pela TV Meio.

Internação recente

Há cerca de um mês, Erlan foi internado após passar mal durante uma transmissão ao vivo. Após o episódio, o jornalista comentou a internação e relatou que chegou a Macapá com inchaço abdominal. Ele contou que foi à emergência cerca de quatro vezes e apenas após a realização de exames descobriu uma alteração no fígado.

Nota da emissora

Em nota divulgada nas redes sociais, a NC TV Amapá lamentou a morte do apresentador e destacou o impacto do trabalho realizado por ele no jornalismo local.

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"Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado", afirmou a emissora.

O comunicado também ressaltou a postura profissional do jornalista. "Em um período tão breve, Erlan conseguiu o que muitos levam anos para construir: mudou os rumos do jornalismo investigativo e crítico no Amapá", diz a nota, que cita ainda a coragem, o compromisso com a verdade e a atenção às demandas da sociedade amapaense.

A emissora encerrou o comunicado destacando o legado deixado por Erlan Bastos. "A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação", concluiu, ao prestar solidariedade à família, aos amigos, aos colegas de trabalho e ao público.

Estadão
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