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'Jornal Nacional' faz revelação sobre caso Hytalo Santos e choca a internet: 'É sério'

Jornal Nacional faz revelações sobre o caso do influenciador Hytalo Santos, denunciado por exploração de menores e condições de trabalho abusivas

13 ago 2025 - 21h51
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Hytalo Santos
Hytalo Santos
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O Jornal Nacional, da Globo, desta quarta-feira, 13/08, revelou mais detalhes sobre o caso Hytalo Santos. O influenciador recebeu denuncias por exploração de menores e condições de trabalho abusivas.

Por determinação da Primeira Vara da Infância e Juventude de João Pessoa, a Polícia Militar da Paraíba cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma casa de Hytalo Santos. No entanto, o condomínio informou que ele já havia retirado os equipamentos eletrônicos antes da operação.

O Jornal Nacional noticiou a ação, destacando que a defesa do influenciador deixou o caso e não integra mais a assessoria jurídica dele. A informação deu o que falar e causou repercussão na internet: "Uma notícia melhor que a outra", debochou uma internação. "Chocada, é o fim do Hytalo", afirmou outra pessoa. "Se lascou, é sério isso mesmo", acrescentou a terceira.

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Ex-funcionários se pronunciam

Hytalo Santos também enfrenta uma série de processos trabalhistas. De acordo com o portal LeoDias, ex-funcionárias e seguranças fizeram relatos contra o famoso entre 2023 e 2025. 

Cerca de 13 seguranças entraram com ações contra Hytalo nos últimos anos. Eles reclamam de dívidas trabalhistas e alegam danos morais, jornada excessiva e falta de comprovação de vínculo empregatício.

Além disso, duas ex-assistentes, Williana Lucena e Larissa Araújo, também registraram processos. No entanto, foram obrigadas a assinar termos de confidencialidade, conhecidos como "lei da mordaça", que impedem que falem publicamente sobre o influenciador sob risco de multa.

Williana, que começou a trabalhar com o influencer em abril de 2023, recebia R$ 3 mil por mês. Mas, segundo depoimento, não havia contrato formal, registro em carteira ou recibos de pagamento. O pagamento era irregular, com atrasos e juros, além de, em algumas vezes feito por terceiros via PIX.

As tarefas da funcionária eram cuidar das crianças ligadas ao influenciador, dirigir veículos do patrão para levar e buscar crianças na escola e em compromissos médicos e fazer compras, muitas vezes usando seu próprio cartão ou o da mãe. Ela ainda relatou que as jornadas começavam entre 8h e 9h da manhã, podendo se estender até a madrugada. 

A ex-funcionária afirmou que foi demitida e acusada injustamente de tentativa de furto do veículo após se recusar a dirigir depois de dormir apenas duas horas. Durante o trabalho, também era chamada de "Isaura", referência a uma escrava, de acordo com o processo judicial obtido pelo jornal Extra.

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