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Jogador do Flamengo detona segurança após confusão com cantora famosa

Jogador Jorginho critica abordagem após episódio envolvendo cantora famosa durante estadia em São Paulo

22 mar 2026 - 11h36
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O jogador do Flamengo, Jorginho, criticou neste sábado (21) a postura de um segurança em um hotel em São Paulo após um episódio envolvendo a cantora Chappell Roan. Segundo o atleta, sua filha, de 11 anos, e sua esposa, Catherine Harding, teriam sido abordadas de maneira desproporcional enquanto estavam no restaurante do local durante a estadia da artista no Brasil.

Jorginho, jogador do Flamengo, e a cantora Chappell Roan
Jorginho, jogador do Flamengo, e a cantora Chappell Roan
Foto: Reprodução/Instagram: @jorginhofrello / @chappellroan / Contigo

De acordo com o relato, a situação ocorreu quando a criança reconheceu a cantora, que está no país para se apresentar no Lollapalooza. Ainda segundo Jorginho, a menina apenas passou pela mesa da artista, sem qualquer abordagem direta, e seguiu até onde a mãe estava para tomar café. Foi nesse momento que um segurança se aproximou das duas e pediu mais respeito à cantora, em uma atitude que o jogador classificou como "extremamente agressiva".

O atleta afirmou que não compreende a reação diante do que considerou um gesto natural e espontâneo de uma criança ao reconhecer uma figura pública. Ele também ressaltou a importância dos fãs na trajetória de artistas e questionou os limites adotados pela equipe de segurança em situações como essa. "Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio", escreveu.

Afinal, onde está o limite entre admiração e invasão de privacidade?

O episódio reacende uma discussão recorrente sobre convivência entre celebridades e o público em ambientes compartilhados. Enquanto equipes de segurança buscam garantir a privacidade dos artistas, atitudes mais rígidas podem gerar desconforto e interpretações negativas, como no caso relatado por Jorginho. Por outro lado, especialistas apontam que o equilíbrio depende do bom senso de ambas as partes, especialmente em locais públicos, onde o contato visual e o reconhecimento são inevitáveis.

Confira:

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