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Influenciadoras são torturadas e mortas durante transmissão ao vivo

Três jovens influenciadoras foram torturadas e mortas durante transmissão ao vivo

26 set 2025 - 14h40
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Três jovens argentinas - Brenda Castillo, Morena Verri, ambas com 20 anos, e Lara Gutiérrez, de 15 - foram encontradas mortas nesta quinta-feira (25), seis dias após desaparecerem na região metropolitana de Buenos Aires. De acordo com o jornal La Nación, os corpos das influenciadoras estavam esquartejados em uma residência vinculada a uma organização criminosa, e o caso resultou em 12 prisões. A polícia trabalha com a hipótese de vingança: "Isso acontece com quem rouba minhas drogas", teria afirmado um dos líderes do grupo, segundo o Clarín.

Influenciadoras são torturadas e mortas durante transmissão ao vivo / Reprodução: Instagram
Influenciadoras são torturadas e mortas durante transmissão ao vivo / Reprodução: Instagram
Foto: Mais Novela

O crime ganhou atenção internacional porque a tortura e assassinato das jovens teriam sido transmitidos ao vivo para cerca de 45 cúmplices, conforme explicou o secretário de Segurança de Buenos Aires, Javier Alonso. As vítimas eram do distrito de La Matanza, e Brenda e Morena, primas, atuavam como profissionais do sexo. Elas desapareceram após embarcarem em um Chevrolet Tracker na noite de 19 de setembro. Os celulares do trio foram desligados na madrugada seguinte, e familiares de Lara, menor de idade, tiveram dificuldade para registrar o desaparecimento imediatamente.

Investigação detalhada revela sequência do crime

Segundo a polícia, as jovens tinham combinado de se encontrar com um cliente que ofereceu cerca de US$ 300 para cada uma. As autoridades conseguiram rastrear o carro, que circulava com placas clonadas, até desaparecer em um cruzamento da cidade. Os corpos foram encontrados no subsolo da casa, dois dentro de sacos de lixo. Lara teve dedos e uma orelha amputados antes de ser morta, enquanto Brenda e Morena sofreram espancamentos e mutilações brutais antes do assassinato.

Entre os detidos estão pessoas encarregadas de limpar a casa, os proprietários do imóvel e suspeitos identificados, como Maximiliano Andrés Parra, Daniela Ibarra, Miguel Ángel Villanueva Silva e Magalí Celeste González, sendo que dois deles são peruanos. A principal linha de investigação aponta que o crime foi ordenado por um traficante peruano foragido, líder da favela 1-11-14, que controla pontos de venda na periferia sul de Buenos Aires. Familiares relataram que uma das jovens teria apreendido drogas e dinheiro do criminoso, possivelmente motivando o ataque.

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