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Influencer que ostentava na web e divulgava casas de apostas é presa em MT

Mulher foi presa em investigação sobre suspeitas de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro em Mato Grosso

29 out 2026 - 17h06
(atualizado às 17h35)
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Resumo
A influenciadora Aryadna Cristina foi presa em Mato Grosso na segunda fase da Operação Rede Oculta, investigada por suspeitas de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro, enquanto promovia casas de apostas e ostentava luxo incompatível com sua renda.
Influencer que ostentava na web e divulgava casas de apostas é presa em MT
Influencer que ostentava na web e divulgava casas de apostas é presa em MT
Foto: Reprodução/Instagram

A influenciadora digital Aryadna Cristina divulgou casas de apostas online em suas redes sociais menos de 24 horas antes de ser presa na segunda fase da Operação Rede Oculta, deflagrada nesta quinta-feira, 29, pela Polícia Civil do Mato Grosso. 

A investigação apura suspeitas de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro em um prejuízo que pode ultrapassar R$ 414 mil, segundo informações confirmadas pela reportagem do Terra.

As publicações de Aryadna Cristina foram feitas nos stories, que ficam disponíveis por 24 horas. O perfil usado pela influenciadora tem 7.690 seguidores e é identificado como uma conta reserva de outra página, que teria cerca de 58 mil seguidores. 

Aryadna também ostentava nas redes sociais um padrão de vida considerado incompatível com sua renda, exibindo viagens e objetos de alto valor, de acordo com as autoridades.

O namorado da influenciadora e outras duas pessoas também foram presos durante a operação. De acordo com a Polícia Civil, um quinto investigado ainda não havia sido localizado. Os nomes dos demais alvos não foram divulgados.

A primeira fase da Operação Rede Oculta ocorreu em 27 de maio de 2024, com 30 ordens judiciais contra 15 investigados em Cuiabá e Várzea Grande, além da apreensão de bens e celulares, incluindo um carro avaliado em R$ 153 mil. 

Iniciada em 2023, após denúncias anônimas, a investigação avançou com a análise dos materiais apreendidos, de laudos periciais e de dados financeiros obtidos judicialmente. Os investigados foram indiciados por suspeita de fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Fonte: Portal Terra
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