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Gwyneth Paltrow relembra romance com Brad Pitt: 'Amor à primeira vista'

Atriz comentou que aproximação se deu durante gravações do filme 'Seven'; término de relacionamento e repercussão deixaram-na chateada

8 set 2026 - 18h34
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Resumo
Em entrevista a um podcast, Gwyneth Paltrow relembrou o romance com Brad Pitt, iniciado nos bastidores do filme Seven quando ela tinha 22 anos e ele 31, classificando-o como "amor à primeira vista". O casal noivou em 1996, mas separou-se no ano seguinte devido à juventude e à distância pelo trabalho. A atriz admitiu que o término foi difícil e agravado pela intensa pressão da mídia, embora ainda guarde grande carinho pelo ex-noivo, a quem descreveu como "um cara ótimo".

Nos seus 20 anos, Gwyneth Paltrow teve um romance com Brad Pitt. Em entrevista ao podcast Friends Keeps Secrets, a atriz relembrou o relacionamento e a escalação para o filme Seven, durante o qual conheceu o ator.

Paltrow disse que já admirava o ex: "Lembro-me de ter visto Thelma & Louise no cinema e [pensado]: 'Aquele é o homem mais bonito'".

"Consegui um papel no filme com o Brad, o conheci no set, e foi tipo amor à primeira vista", comentou a atriz, "Ele era tão bonito, e acho que ele tinha 31 anos e eu 22".

Gwyneth Paltrow e Brad Pitt chegaram a ficar noivos em 1996, mas separaram-se um ano depois.
Gwyneth Paltrow e Brad Pitt chegaram a ficar noivos em 1996, mas separaram-se um ano depois.
Foto: New Line Cinema/Divulgação / Estadão

"Eu tinha filmes para estrear, então estava ficando famosa por conta própria, e também era famosa como namorada dele", comentou sobre a dualidade em sua vida.

Em 1996, o ex-casal ficou noivo; no entanto, um ano depois, se separaram. "Eu era muito jovem e estávamos trabalhando em diferentes partes do mundo", disse.

Apesar de ter sentido o impacto do término, Paltrow afirma ainda sentir muito carinho por Pitt, e descreveu-o como "um cara ótimo".

"Fiquei muito chateada quando terminamos, e acho que a repercussão na imprensa e tudo mais faz com que pareça algo muito maior do que realmente é", relatou. "Você tem que carregar essa falsa importância cultural, e isso é um fardo extra, uma vergonha ainda maior por não ter dado certo. Foi difícil".

Estadão
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