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Fernanda Lima desabafa sobre criação dos filhos e cita cão Orelha: 'Não aceito falta de educação'

Apresentadora Fernanda Lima reflete sobre a exaustão de educar os filhos e cita caso do cachorro Orelha

5 fev 2026 - 17h53
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Fernanda Lima usou suas redes sociais nesta quarta-feira (4) para compartilhar uma reflexão visceral sobre a maternidade e a responsabilidade dos pais na formação do caráter dos filhos. Mãe dos gêmeos Francisco e João e da caçula Maria Manoela, frutos de seu casamento com Rodrigo Hilbert, a apresentadora enfatizou que a presença constante e o estabelecimento de limites são ferramentas inegociáveis na educação.

Fernanda Lima
Fernanda Lima
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

Presença e o "olho na nuca"

Para Fernanda, o processo de educar é uma tarefa ininterrupta que exige vigilância. Ela destacou que, embora não seja fã do conceito de obediência cega, é intransigente quando o assunto é o respeito ao próximo.

"Parece que eu tenho um olho aqui atrás para corrigir as coisas erradas dos meus filhos. Eu detesto obediência, mas eu não aceito falta de educação", afirmou. A apresentadora alertou que o esforço deve ser agora, pois quando os filhos crescem — ou se tornam um "galalau de 1,90m", como ela mesma definiu — já pode ser tarde demais para corrigir falhas de conduta.

O caso do cachorro Orelha e a crítica social

O desabafo de Fernanda ganhou um tom mais sério ao mencionar um crime bárbaro ocorrido em Florianópolis (SC) na última semana, onde um grupo de adolescentes matou um cachorro chamado Orelha.

"A gente vê os moleques pregando a cabeça do cachorro até a morte e a gente fica horrorizado. Mas como é que puderam fazer isso? Faltou um olhar, faltou limite, faltou presença, faltou educação", disparou.

Fernanda fez questão de diferenciar as realidades sociais, reconhecendo as dificuldades de famílias que não conseguem estar presentes por questões de sobrevivência, mas foi implacável com as classes mais altas.

Abandono afetivo na elite: Para ela, atitudes cruéis vindas de jovens de famílias poderosas não têm justificativa: "Falta de mãe, falta de pai, de vó, abandono, displicência, arrogância e, de novo, falta de exemplo".

Educação como diálogo

Ao encerrar, a apresentadora reforçou que o papel dos pais vai além do sustento, envolvendo acolhimento e, principalmente, dar o exemplo dentro de casa. Para Fernanda, a tragédia com o animal é o reflexo de uma "fome" de diálogo e de limites que deveria ter sido suprida na infância e adolescência.

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