Angélica explica por que baniu celulares em momentos familiares: 'Qualidade'
A apresentadora Angélica revelou nesta quarta-feira os motivos que levaram junto com o marido Luciano Huck a adotar uma regra geral dentro de casa
A apresentadora Angélica, de 51 anos, revelou nesta quarta-feira (3/9) os motivos que levaram, junto com o marido Luciano Huck, a adotar uma regra geral dentro de casa: nada de celulares durante momentos de convivência em família. A decisão, segundo ela, foi pensada para resgatar a união em meio à rotina corrida do casal e dos três filhos; Joaquim, Benício e Eva.
Durante a participação em um evento em São Paulo, Angélica contou que, mesmo com resistência inicial, a medida trouxe resultados positivos. "Não pode celular, proibidíssimo. É um tempo de qualidade que a gente escolheu. Todo mundo está abrindo mão de alguma coisa para estar ali. É um momento especial", explicou em entrevista à revista Quem.
Os filhos reagiram
Ela relatou que os filhos não aceitaram bem a imposição logo de início, mas acabaram se adaptando. "No começo, teve um 'ah, que saco'. Agora, eles querem porque sentiram o quanto é gostoso a gente estar nesse tempo de qualidade", afirmou.
Além da programação dos celulares, a apresentação destacou que a família distribuída outra regra: realizar as refeições da noite sempre juntos, independentemente dos compromissos de cada um. "De um tempo para cá, com a vida muito louca, trabalhando muito as crianças cada uma tem um horário de almoço e de atividades a gente nunca consegue, durante uma semana, sentar à mesa para jantar junto", disse.
A soluçã0
A solução encontrada foi reservar o jantar como um momento sagrado de encontro. "A gente estipulou que agora vai isso acontecer. E quando a gente determinou, a coisa começou a acontecer, mesmo com todo o mundo tendo um horário doido. A gente gosta de jantar cedo, umas 19h30, mas já estamos jantando umas 21h porque todo mundo fica esperando", completou.
Para Angélica, esse gesto aparentemente simples já transformou uma relação familiar. "Estar na mesa só a gente, o núcleo [familiar], mudou a nossa relação. A gente sente isso [da refeição unir] na pele e, na prática. Com filho adolescente, é difícil falar, mas ali na mesa fala, se abre", concluiu.
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