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Ana Maria Braga confessa aborto e dá opinião corajosa sobre a legalização: 'Culpa'

Ana Maria Braga revela ter feito aborto e opina sobre a legalização; apresentadora do 'Mais Você' é mãe de dois filhos

16 out 2026 - 13h11
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Resumo
Em entrevista à Veja, Ana Maria Braga revelou ter feito um aborto na juventude por falta de estabilidade financeira. Embora tenha classificado a experiência como traumática, a apresentadora afirmou não carregar culpa e defendeu a legalização da prática no Brasil, sustentando que a autonomia sobre o corpo e a decisão devem ser exclusivas da mulher. Ela também declarou que prefere se definir como "feminina" em vez de feminista, valorizando a parceria com os homens e o respeito mútuo na sociedade.

A apresentadora Ana Maria Braga surpreendeu ao fazer um forte desabafo sobre um momento delicado do seu passado pessoal. Mãe de Mariana e Pedro, a titular do Mais Você revelou ter interrompido uma gestação em um período em que tentava se estruturar financeiramente na juventude.

Reprodução/Globo
Reprodução/Globo
Foto: Mais Novela

O que disse Ana Maria Braga?

Sem rodeios, a contratada da TV Globo classificou a vivência como extremamente traumática e dolorosa, porém destacou que encarava o episódio com maturidade e sem remorsos pelo caminho escolhido naquela época. "Não recomendo. Embora não fosse muito nova, naquele momento da vida ainda nem conseguia me sustentar direito e achava que não tinha outro caminho. Não guardo culpa", pontuou Ana Maria Braga, durante conversa concedida à revista Veja.

Na sequência da conversa, a comunicadora aproveitou a oportunidade para defender a descriminalização da prática no país, colocando a autonomia feminina acima de dogmas e julgamentos morais. "A decisão deve sempre ser da mulher. Ela é quem sabe do próprio corpo. Sou defensora da liberdade individual. É a mulher, com a consciência dela, que deve decidir o que fazer com o ser que está gerando", ressaltou Ana Maria Braga, reforçando a urgência em respeitar o livre-arbítrio das gestantes.

Além de abordar as pautas de direitos reprodutivos, a contratada da emissora carioca detalhou sua perspectiva sobre o movimento das mulheres, explicando o motivo de evitar o rótulo de integrante da vertente ideológica. "Não, sou feminina. Na minha visão, a mulher tem de estar junto do homem e ser respeitada, reconhecida. Tenho meu papel como mãe, esposa e, ao mesmo tempo, como alguém que trabalha e se insere na sociedade de forma ativa", declarou a veterana da Globo.

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