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Flagrada usando o celular ao volante, Adriane Galisteu recorre à Justiça

Galisteu e o marido alegam que ela era a condutora no momento das infrações registradas

6 jan 2026 - 09h27
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Adriane Galisteu
Adriane Galisteu
Foto: The Music Journal

Adriane Galisteu e o marido, o empresário Alexandre Iodice, recorreram à Justiça para resolver uma pendência envolvendo multas de trânsito aplicadas ao veículo do casal. Segundo a ação, Iodice, que seria o proprietário do automóvel, acabou recebendo a pontuação na Carteira Nacional de Habilitação, embora quem estivesse dirigindo fosse a apresentadora, conforme ambos declararam no processo.

De acordo com os autos aos quais a coluna Daniel Nascimento do jornal O Dia, teve acesso com exclusividade, Galisteu conduzia o carro no momento das infrações, mas, como o veículo estaria em nome do marido, as penalidades teriam sido automaticamente vinculadas a ele. Diante da situação, o casal ingressou com um pedido de conciliação pré-processual contra a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), com o objetivo de transferir os pontos para a condutora responsável.

Nos documentos, os reclamantes afirmaram que deixaram de indicar o real condutor administrativamente por não terem recebido as notificações "a tempo e modo". Ainda conforme a ação, ambos reconhecem que a transferência de pontuação só é possível caso o condutor indicado estivesse com o direito de dirigir regular à época das infrações.

As autuações faziam parte de um processo administrativo que poderia ter resultado na suspensão ou até mesmo na cassação da CNH de Alexandre Iodice. A coluna também observou que, entre diversas multas registradas no veículo atrelado ao empresário, constavam infrações por excesso de velocidade, o que teria contribuído para o acúmulo de pontos.

Os documentos anexados ao processo apontam que as multas questionadas foram lavradas em 2020, ano da pandemia da Covid-19. Em uma das ocorrências, Galisteu foi flagrada ao celular enquanto dirigia; em outra, trafegando pela faixa exclusiva destinada a ônibus.

O imbróglio judicial, no entanto, teve fim no mês de junho do ano passado, após um acordo firmado entre as partes e homologado pelo juiz, encerrando oficialmente a disputa.

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