Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Fascinada por crimes reais, ela virou bestseller com livros à la Agatha Christie: 'Nunca é tarde'

Cara Hunter, autora de 'Onde Está Daisy Maison?', vem ao Brasil para mesa na Bienal do Livro do Rio ao lado de Raphael Montes; ao todo, ela já vendeu um milhão de cópias

8 mai 2025 - 10h51
Compartilhar
Exibir comentários

Cara Hunter nem se lembra de olhar para um livro e não saber como desvendá-lo. Ela aprendeu a ler sozinha, aos 3 anos, e passava horas em sessões infantis de livrarias. Nascida em Oxford, na Inglaterra, ela decidiu levar sua paixão pelos livros além e estudou Literatura Inglesa na Universidade de Oxford.

Cara Hunter é uma das autoras convidadas da Bienal do Livro do Rio.
Cara Hunter é uma das autoras convidadas da Bienal do Livro do Rio.
Foto: Editora Trama/Divulgação / Estadão

Terminada a faculdade, porém, ela se viu distante do universo das palavras. Arranjou um emprego no centro financeiro de Londres e começou a trabalhar com relações públicas. Percebeu que, na verdade, queria escrever e migrou para o copywriting.

Foi apenas mais tarde, em um período em que trabalhava como escritora freelancer, que Cara viu sobrar um tempo para se dedicar à sua própria literatura. Uniu sua paixão pelos livros e seu fascínio por crimes reais para criar Onde Está Daisy Maison? (Ed. Trama), livro que a lançaria na literatura policial e seria indicado ao prêmio de Crime e Thriller do Ano no British Book Awards.

Cara entende o quanto crimes reais atraem um grande público - já que ela mesma consome esse tipo de conteúdo. A escritora brinca que o fascínio é um "guilty pleasure" ("prazer culpado", em tradução livre).

"É uma maneira de entender por que as pessoas fazem o que elas fazem", diz. "No true crime, são pessoas reais que tomaram a decisão de se comportar de uma certa forma, que elas sabiam que era a coisa errada a se fazer e ainda assim o fizeram. Eu acho os motivos das pessoas envolvidas em crimes reais fascinantes."

É com muita pesquisa que cada narrativa de Cara Hunter é formada, segundo ela. Dentre todos os feedbacks e comentários que recebe, ela tem seus preferidos: "Os dos policiais. Quando eles comentam e dizem que gostam dos meus livros, eu sinto que o que eu escrevo é verdadeiro. Então, significa que fiz meu trabalho."

Serviço - Cara Hunter na Bienal do Livro do Rio

  • Data: 19/6, 13h
  • Título do encontro: Com o coração na boca
  • Curadora: Thalita Rebouças
  • Convidados: Cara Hunter e Raphael Montes
  • Mediadora: Luciana de Gnone
  • Onde: Riocentro - Avenida Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca. Palco Apoteose Shell

Estadão
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade