Um dos melhores filmes de ação de Hollywood tem cena que não faz sentido algum: "Erro" passou totalmente despercebido
Bruce Willis não levou em conta algo bastante óbvio.
Não deixa de ser curioso que quatro dos cinco filmes de Duro de Matar sejam baseados em livros protagonizados por personagens completamente diferentes de John McClane. O primeiro adaptado, Nada Dura Para Sempre, sequência de um romance estrelado por um certo Joe Leland e que em sua primeira encarnação cinematográfica foi o próprio Frank Sinatra.
Eles mudaram o nome e pronto. Duro de Matar 2, por sua vez, usou 58 Minutes, de Walter Wager como inspiração; Duro de Matar - A Vingança fez o mesmo com Simon Says, de Jonathan Hensleigh, e finalmente Duro de Matar 4.0 lacerou um artigo da revista Wired intitulado A Farewell to Guns. Os cinco não adaptaram nada. E foi assim que, honestamente, aconteceu.
Literatura à parte, é curioso que Duro de Matar 2 tenha um registro bastante curioso na história do cinema: foi o primeiro filme a fazer uma composição digital de imagens live-action com um tradicional matte painting (uma técnica de pintura digital) fotografado e digitalizado em um computador.
O que passa como curiosidade é o erro que o filme teria resolvido assim que começou. Quando o avião sobrevoa Washington Dulles, sem comunicação com o aeroporto, o filme não leva em conta que poderia ir para diversos outros com comunicação perfeita, como Richmond, Baltimore ou Andrews AFB.
Além disso, tudo bem, o aeroporto não consegue se conectar ao…
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