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Sessão de novo filme de Pedro Almodóvar em Cannes é evacuada após emergência

Exibição de Natal Amargo foi interrompida cerca de 15 minutos após o início para atendimento de uma pessoa

19 mai 2026 - 16h03
(atualizado às 16h09)
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A sessão de imprensa de Natal Amargo, novo longa de Pedro Almodóvar, no Festival de Cannes precisou ser temporariamente evacuada nesta terça-feira (19) após uma emergência médica envolvendo um espectador dentro do Palais des Festivals.

Sessão de novo filme de Pedro Almodóvar em Cannes é evacuada após emergência (Pascal Le SegretainGetty Images)
Sessão de novo filme de Pedro Almodóvar em Cannes é evacuada após emergência (Pascal Le SegretainGetty Images)
Foto: Rolling Stone Brasil

Segundo informações confirmadas pelo festival, a exibição no tradicional Théâtre Bazin foi interrompida para que equipes de emergência prestassem atendimento à pessoa, descrita como um espectador idoso que passou mal durante a sessão.

Em comunicado oficial, o Festival de Cannes informou que a pessoa estava consciente e responsiva antes de ser levada ao hospital para receber cuidados médicos adicionais. "A sessão foi imediatamente interrompida e o teatro evacuado para permitir o trabalho dos serviços de emergência", informou a organização. "Após a conclusão da intervenção, o filme foi reiniciado desde o começo."

De acordo com relatos publicados pela imprensa internacional, o incidente aconteceu aproximadamente 15 minutos após o início do longa. Funcionários do cinema orientaram os jornalistas e convidados a deixarem o local enquanto os paramédicos atuavam no atendimento.

Enquanto a sessão de imprensa era interrompida no Bazin, o diretor Pedro Almodóvar participava simultaneamente da première oficial do filme no Grand Théâtre Lumière.

Qual é a história de Natal Amargo?

A história conta com duas linhas temporais: uma que acompanha uma diretora de comerciais (Bárbara Lennie, Um Contratempo) lidando com a morte da mãe no início do século XXI; e outra, mais contemporânea, centrada em um escritor (Leonardo Sbaraglia, Dor e Glória) tentando superar um bloqueio criativo. A conexão entre as duas linhas temporais e a natureza canibalística da autoficção são o que impulsiona este melodrama, que o diretor admite ser "o filme em que fui mais cruel comigo mesmo". Confira o trailer as eguir:

Fonte: Variety

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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