"Qualquer um pode ser super-herói, independente de sua infância": Na Marvel e na DC, um passado difícil não cria vilões, descobrem pesquisadores
Estudo indica que eventos da infância não definem o futuro.
É comum vermos em histórias de origem um passado traumático na vida dos protagonistas. Normalmente associados a momentos de superação que levam heróis a assumiram uma missão de salvar o mundo, a cidade ou o bairro, isso também tem relação com o surgimento de vilões.
Um estudo recente, no entanto, mostra como a infância de qualquer personagem não define o futuro dos mesmos. Um estudo recente aponta que "a quantidade de eventos potencialmente traumáticos que um personagem vivenciou na infância — medidos com um questionário da vida real — não teve influência sobre se ele era um herói ou vilão".
A partir de uma pesquisa de Julia Wigmore, da Universidade de Calgary, no Canadá, e outros colegas, vários apontamentos reforçam que, embora alguém tenha um passado extremamente desafiador, isso não corresponde com exatidão a quem essas pessoas irão se tornar.
Eles usaram um questionário chamado ACE (Adverse Childhood Experiences), que coleta dados sobre eventos traumáticos que acontecem entre 1 e 17 anos, como abuso físico, exposição à violência doméstica, pobreza, discriminação, entre outros. Quanto maior a pontuação, mais delicado é o caso.
Para entender a relação com o cinema baseado em quadrinhos, o grupo assistiu a 33 filmes de super-heróis, um misto entre Marvel e DC, para entender como a representação da…
Artigo original publicado em AdoroCinema
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