Polêmico: Um tribunal proibiu este filme por suas "cenas de grande violência e sexo não simulado"
Uma obra de Lars von Trier ficou marcada por controvérsias dentro e fora das telas.
Lançado em 2009 sob a direção do famoso cineasta dinamarquês, Lars von Trier, Anticristo foi desde o seu planejamento um daqueles filmes destinados a gerar polêmica. A produção foi escrita enquanto o cineasta estava internado sofrendo de graves episódios de ansiedade e depressão, e aborda uma violenta história sexual protagonizada por um casal de luto.
Na trama, devastados com a morte do único filho, um homem e uma mulher mudam-se para uma casa no meio da floresta para superar o episódio. Contudo, os questionamentos do marido, psicanalista, sobre a dor do luto e o desespero de sua esposa desencadeiam uma espiral de acontecimentos misteriosos e assustadores - e as consequências dessa investigação psicológica são as piores possíveis.
Sob essa premissa, evidentemente, Antichrist (no original) não passou despercebido. Apresentado pela primeira vez no prestigiado Festival de Cinema de Cannes, a produção chocou os presentes, sendo alvo de críticas polarizadas. Se por um lado houve aqueles que elogiaram o aspecto artístico da película, outros a chamaram de "grotesca", considerando-a uma espécie de "tortura visual".
Apesar da polêmica, Anticristo foi indicado à Palma de Ouro, e sua protagonista, Charlotte Gainsbourg, ganhou o prêmio de Melhor Atriz do festival. Da mesma forma, também arrebatou o Bodil Awards, um importante concurso do cinema dina…
Este filme é uma joia do cinema de guerra e foi proibido na Espanha por 30 anos
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