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Los Angeles fará plebiscito sobre camisinha em filme pornô

28 dez 2011 - 15h51
(atualizado às 21h02)
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Um projeto que obriga o uso de preservativos nas gravações de filmes pornográficos em Los Angeles (EUA) foi aprovado para ser submetido a plebiscito na cidade, numa votação marcada para junho, junto com as primárias da eleição presidencial, disseram os organizadores da iniciativa nesta terça-feira (27).

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Em 2010, o ator Derrick Burts foi diagnosticado como portador do vírus HIV
Em 2010, o ator Derrick Burts foi diagnosticado como portador do vírus HIV
Foto: AP

A segunda maior cidade norte-americana abriga uma bilionária indústria pornográfica. A Fundação de Cuidados Sanitários da Aids disse que a prefeitura referendou mais de 71 mil assinaturas de apoio ao projeto, bem mais do que as 41 mil que seriam necessárias para levar a proposta a plebiscito.

"Há milhares de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) no setor", disse Michael Weinstein, presidente da entidade, acrescentando que os vários níveis de governo evitam esse assunto como uma batata quente. "É o fator 'nojinho'. Eles não querem lidar com isso porque é sexo e pornografia", afirmou.

Weinstein comparou a medida a outras leis de saúde pública em vigor na cidade, como as que regulamentam casas de massagem e o tabagismo em lugares públicos. A Divisão de Segurança e Saúde Ocupacional da Califórnia já impôs mais de 125 mil dólares em multas a produtores de filmes pornográficos nos últimos cinco anos por várias irregularidades, mas alguns casos estão em fase de recurso, segundo dados da agência.

Apesar do risco de multas, a maioria das produtoras continua gravando filmes sem preservativos. "A história nos mostra que regulamentar o comportamento sexual entre adultos com consentimento não funciona", disse a diretora-executiva da Coalizão do Livre Discurso, Diane Duke. A entidade reúne empresas do setor do "entretenimento adulto".

"A regulamentação proposta provavelmente diminuiria os protocolos existentes e forçaria as empresas de filmes adultos a saírem da cidade, do Estado ou a atuarem clandestinamente, tornando-se afinal muito menos seguras para os artistas".

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