Lançado há quase 20 anos, este é um dos melhores filmes do ator preferido da sua mãe
Grande ator e diretor, Kevin Costner nunca esteve tão à vontade quanto no universo dos faroestes. E provou mais uma vez com o sensacional Pacto de Justiça, lançado há 20 anos.
O que o gênero western representa para mim? Acima de tudo, é indissociável do nosso país, da América, saber que a América foi fundada por europeus. Acho que ninguém me considera outra coisa senão um americano e eu aceito isso. É o que eu sou. Isso não me impede de curtir o resto do mundo e viajar para saber como funcionam outros países, mas continuo sendo americano. Por isso sinto regularmente a necessidade de voltar ao faroeste.
Assim disse Kevin Costner. O faroeste é, de fato, indissociável de sua filmografia. E até a imagem do ator-diretor, que não parou de voltar ao gênero desde sua estreia, no comando de Silverado em 1985. Julguemos: Dança com Lobos, Wyatt Earp, a minissérie Hatfields & McCoys e Yellowstone. Mesmo Os Intocáveis e Vingança têm claramente uma dimensão de faroeste, apesar da sua aparente modernidade.
Não vamos cansar de mencionar o alcance formidável de Pacto de Justiça, lançado há quase vinte anos. A história? Um clássico do jeito que gostamos. No coração do Velho Oeste, quatro homens pastoreiam gado. Para Charley (Kevin Costner), Boss (Robert Duvall), Button (Diego Luna) e Mose (Abraham Benrubi), trata-se de viver livre e escapar de seu passado. Eles não buscam a violência, apegando-se a um código de honra, lealdade e justiça. Mas sua chegada a Harmonville, uma pequena cidade sob o controle do tirânico Baxter (Michael Gambon), os forçará a agir...
Assista no HBO Max: Um dos melhores e mais brutais faroestes de todos os tempos
Gal Gadot, a nova Mulher Maravilha, será esposa de Ryan Reynolds no suspense Criminal