Ia ser a grande série da Netflix: Custou 200 milhões, mas a plataforma teve que se livrar dela
Uma das piores falhas que a plataforma já experimentou.
A história do fracasso de O Legado de Júpiter na Netflix é uma das piores que a plataforma já experimentou. A série chegou a ser comparada com a bem-sucedida série do Prime Video, The Boys, mas, apesar de gastar 200 milhões de dólares na produção de sua primeira temporada, foi cancelada sem muita consideração pelo serviço de streaming.
As coisas não saíram como planejadas com O Legado de Júpiter. A empresa rapidamente deu sinal verde para o projeto, mas "diferenças criativas" irreconciliáveis foram anunciadas em 2019, fazendo com que Steven S. DeKnight, showrunner de Demolidor e Spartacus, deixasse o projeto. Em vez disso, a Netflix contratou Sang Kyu Kim, que atuaria como o novo comandante da trama estrelada por Josh Duhamel, Ben Daniels e Leslie Bibbs.
A série estreou com críticas mornas. No Rotten Tomatoes, a trama tem uma média de 38% de avaliações positivas. No nível do público, no entanto, parece que O Legado de Júpiter não se saiu tão mal. Segundo dados da Nielsen, a atração se tornou a série mais assistida em streaming — não apenas na Netflix, mas em outras plataformas — em sua primeira semana no catálogo em maio de 2021, com 696 milhões de minutos de exibição.
O Legado de Júpiter poderia ter continuado por mais uma temporada? A equipe da série viu potencial e gostaria que fosse assim, mas a Netflix tinha que se livrar dos que restou: uma série de alto custo, uma das mais caras produzidas pela plataforma, tinha que funcionar melhor.
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