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Público reage a Spike Jonze no SPIW: 'Interessante entender a mente de uma pessoa tão maluca'

Após plenária 'Na cabeça de Spike Jonze', no São Paulo Innovation Week, público diz que conseguiu captar as ideias do cineasta ganhador do Oscar

19 mai 2026 - 08h41
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O público que acompanhou a plenária Na cabeça de Spike Jonze, realizada no São Paulo Innovation Week com o cineasta, ator e fotógrafo norte-americano, saiu com a sensação de que conseguiu entender um pouco a mente por trás do processo criativo do ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme Ela.

Uma das principais atrações do festival de inovação e tecnologia promovido pelo Estadão com a Base Eventos, Jonze falou sobre carreira, processo criativo e a relação de suas obras com a tecnologia. A mediação da conversa foi realizada por Leonardo Cruz, editor executivo do Estadão, e pela atriz Maria Ribeiro.

Na plateia, o empresário musical André Drum ressaltou que foi instigante saber como funciona a mente do artista. "É uma personalidade que eu acompanhei desde criança. Sou skatista, trabalho com música, então as obras dele me impactaram muito. Saber como é o processo criativo dele, como foi a infância, como foi trabalhar com vários artistas, como funciona o projeto cinematográfico dele… Tudo isso foi bem interessante", disse ele após o evento.

Já a designer gráfica Janaína Santos valorizou a presença do cineasta em solo brasileiro: "Foi incrível vê-lo de perto. Não é todo dia que isso acontece, e ouvi-lo falar sobre inteligência artificial, que é uma coisa nova para a sociedade também, foi bem bacana".

Em um momento da plenária, Jonze participou de uma dinâmica proposta pelo jornalista Leonardo Cruz em que um bot de inteligência artificial chamado de "Joana" perguntou ao cineasta se ele acredita "que o amor verdadeiro exige exclusividade e um corpo físico ou a partida da [personagem de Ela] Samantha foi a evolução transcendente definitiva do amor?"

Jonze respondeu: "Eu não sei. Ouvir essa pergunta me deixou meio tonto (risos)", arrancando risadas da plateia.

Para o designer Vitor Souza foi um momento curioso: "Achei ótima a resposta dele. Realmente dá uma sensação estranha ouvir o robô perguntar uma coisa daquele jeito. Eu acho que ele resumiu superbem. Ouvir o Spike trouxe uma sensação boa", avalia.

Para o diretor de fotografia Felipe Diniz, de forma geral, foi uma ótima experiência: "Gosto muito do trabalho dele. Acompanho desde os primórdios dele da época do skate, da época do punk, do Beastie Boys. Achei muito interessante entender como funciona a mente criativa de alguma pessoa tão 'maluca'."

Estadão
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