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Elenco e criadores de "Absence of Eden" destacam humanidade dos imigrantes

10 abr 2024 - 11h42
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Embora a atriz norte-americana Zoe Saldana e seu marido, o diretor italiano Marco Perego, estejam casados desde 2013, "The Absence of Eden" é o primeiro filme em que o casal trabalha junto e foca a imigração, uma questão próxima e cara a ambos.

Os avós de Saldana imigraram da República Dominicana para Nova Jersey após uma agitação civil, enquanto Perego nasceu na Itália e mais tarde se tornou cidadão dos Estados Unidos.

"Sou uma mulher negra e meus filhos também são negros e são filhos de um imigrante, portanto, você sempre pensa naqueles "deveria, poderia, faria, e se?", disse Saldana.

"Acho que viver nesse tipo de lugar hipotético e inimaginável foi o que levou Marco e eu a querermos acrescentar algo a essa conversa."

O filme da Roadside Attractions e da Vertical Entertainment, dirigido por Perego, concentra-se em uma mulher imigrante chamada Esmee, interpretada por Saldana, que tenta escapar de um cartel implacável e estabelecer uma nova vida nos Estados Unidos. Também se aprofunda na vida conflituosa de Shipp, um agente do ICE (U.S. Immigration and Customs Enforcement) que trabalha na fronteira, interpretado pelo norte-americano Garrett Hedlund.

Ao longo da jornada de Esmee, ela se depara com muitas dificuldades enfrentadas por alguns imigrantes, que vão desde o tráfico de crianças e abuso sexual até a separação de famílias.

"The Absence of Eden" estreia nos cinemas dos EUA na sexta-feira, aparecendo em um ano em que a imigração e o alto número de chegadas de imigrantes pela fronteira EUA-México se tornaram uma questão política importante antes das eleições de 2024 em novembro.

Hedlund espera que o filme tenha repercussão entre as pessoas, mesmo que elas não tenham uma conexão com a experiência dos imigrantes.

"Espero que as pessoas se identifiquem com o filme, que o assistam e que aqueles que não estão cientes ou que nunca passaram por essa situação possam conhecer e que ele possa ser uma espécie de peça educativa", disse Hedlund.

Da mesma forma, Saldana quer que as pessoas saibam sobre a gravidade da experiência do imigrante.

"Todos os lados obscuros da imigração, seja ela legal ou ilegal, estamos falando de tráfico sexual, tráfico de crianças, são coisas que acontecem todos os dias, quer falemos sobre isso ou não", disse Saldana.

Para ela, é importante que o filme aborde os perigos maiores da xenofobia.

"Eles estão acontecendo e acho que, por não falarmos o suficiente sobre isso, esquecemos o aspecto humano dessa conversa complexa", afirmou ela.

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