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Entenda por que a Grande Rio pode perder pontos por causa de Virginia

Influenciadora retirou parte da fantasia durante o desfile, e falha pode impactar o quesito Fantasias na disputa acirrada do Carnaval 2026

18 fev 2026 - 11h17
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O desfile é espetáculo, brilho e celebridade. Mas também é regulamento, critério técnico e disputa acirrada por décimos. E é justamente aí que mora o risco para a Acadêmicos do Grande Rio no Carnaval 2026.

Durante a apresentação no Grupo Especial, Virginia Fonseca — que estreou como rainha de bateria da escola — precisou retirar parte da fantasia ainda na Marquês de Sapucaí. Segundo relatos, o costado foi removido por desconforto, e o tapa-sexo apresentou problema de fixação ao longo do percurso.

Em um Carnaval decidido nos detalhes, isso pode ir muito além de um incidente estético.

O momento do desfalque

A cena aconteceu no meio do desfile, quando Virginia passou por pelo menos um módulo de julgamento já sem um dos elementos previstos na concepção original do figurino.

Visualmente, o impacto é imediato. A fantasia deixa de representar aquilo que o carnavalesco desenhou. A uniformidade se rompe. E o que era um destaque alinhado ao enredo vira uma exceção dentro do conjunto.

No Carnaval, exceção pesa.

O que diz o regulamento

No quesito Fantasias, os jurados avaliam dois pontos principais:

  • Concepção: a ligação da fantasia com o enredo proposto.

  • Realização: acabamento, uniformidade e integridade das peças.

Se um componente — ainda mais uma rainha de bateria — atravessa a avenida com parte da fantasia ausente, o jurado pode entender como:

  • Ausência de elemento essencial.

  • Quebra de uniformidade.

  • Problema de execução ou acabamento.

A LIESA é rígida nesse ponto: a fantasia precisa estar completa até o último segundo da passarela. Não importa se a retirada ocorreu por dor, peso excessivo ou desconforto. O julgamento considera o que foi visto no módulo.

Julgamento na mira

Em disputas como as da Grande Rio, historicamente decididas por décimos, uma nota 9.8 ou 9.9 em Fantasia pode custar um campeonato.

Vale lembrar: de quatro notas, a menor é descartada. Ainda assim, se mais de um jurado registrar a ocorrência, o impacto se espalha na apuração.

Comentaristas especializados já destacam que falhas individuais, principalmente em cargos de destaque, costumam ser observadas com mais rigor. A visibilidade é maior. A responsabilidade também.

Pressão na comunidade

Na quadra e nas redes sociais, o clima é de apreensão. Torcedores da Grande Rio sabem que um detalhe pode comprometer o trabalho de um ano inteiro do carnavalesco, da equipe de barracão e de centenas de componentes.

Quando o erro parte de uma figura VIP, o debate ganha outro tom. Afinal, enquanto a comunidade ensaia meses sob sol e chuva para cumprir cada regra à risca, espera-se que quem ocupa posição de destaque tenha o mesmo comprometimento técnico.

Foto: Famosos e Celebridades

Influenciadora retirou parte da fantasia durante o desfile, e falha pode impactar o quesito Fantasias na disputa acirrada do Carnaval 2026. - Foto: Reprodução/Redes Socias

É só beleza ou é compromisso?

Ser musa ou rainha de bateria vai além da estética e da presença midiática. É um posto que exige preparo físico, resistência e responsabilidade com o conjunto.

A Sapucaí não julga apenas carisma. Julga precisão.

No fim das contas, o episódio reacende uma velha discussão no Carnaval: ocupar o centro da bateria é privilégio ou missão técnica? Porque, quando o título é decidido por décimos, qualquer peça fora do lugar pode custar o troféu.

Famosos e Celebridades
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