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Dois são baleados durante passagem de bloco em Pinheiros

Polícia ainda não identificou o responsável pelos disparos; caso ocorreu na Rua Henrique Schaumann

25 fev 2020
19h52
atualizado às 20h01
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SÃO PAULO - Um homem e uma mulher foram baleados durante passagem de bloco de Carnaval em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.  Os dois foram socorridos pelos Bombeiros, segundo a Polícia Militar, mas não há informações sobre o estado de saúde das vítimas. O caso, que ocorreu na Rua Henrique Schaumann, perto do Cemitério São Paulo, foi registrado no 14º Distrito Policial (Pinheiros).

Rua Henrique Schaumann, em Pinheiros
Rua Henrique Schaumann, em Pinheiros
Foto: Google Maps

Ainda não há mais informações sobre como teve início o tumulto. A polícia ainda não prendeu o responsável pelos disparos, de acordo com informações da PM. O homem e a mulher foram encaminhados ao hospital Saboya, na zona sul da capital.

No sábado de pré-Carnaval, 16, um policial civil reagiu a uma tentativa de assalto na Avenida Luís Carlos Berrini, na zona sul de São Paulo, durante a o desfile de um bloco. Cinco pessoas foram baleadas e socorridas a hospitais localizados na região. Na semana passada, o Fórum Aberto de Blocos de SP, que representa 280 agremiações, manifestou "profunda preocupação" com a segurança. No texto, a entidade cita "inúmeros" casos de arrastão, furtos, roubos e violência no pré-Carnaval. 

Em resposta, a Prefeitura disse que aumentaria o número de drones de 4 para 10, enquanto a Polícia Militar disse estar utilizando "força máxima", com um agente de segurança (incluindo Guarda Civil e demais polícias) para cada 149 foliões. Também alegou que seria "obrigação" dos blocos de Carnaval contratar segurança privada, o que o Fórum refuta. 

Estado teve 1.324 presos nos quatro dias de folia

Desde a madrugada da sexta-feira, 21, até o início desta terça-feira, 25, 1.324 pessoas foram detidas durante a Operação Carnaval Mais Seguro, conforme a Secretaria da Segurança Pública paulista. Segundo o governo, uma média de 22 mil policiais militares foram às ruas diariamente. O Estado também usou uma média de 50 drones por dia para monitorar a atuação de bandidos durante a folia, principalmente para identificar ladrões de celular.

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Estadão
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