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Após acusação de plágio, dupla continuará disputando Sanremo

Ermal Meta e Fabrizio Moro tiveram canção analisada pela 'RAI'

8 fev 2018
11h43
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Após serem acusados de plágio, os cantores italianos Ermal Meta e Fabrizio Moro foram autorizados a continuar na disputa da 68ª edição do Festival de Sanremo, anunciou a emissora "RAI" nesta quinta-feira (8).
    O dueto formado havia sido suspenso da categoria principal do evento por uma suspeita de violação das regras da competição, por conta de muitas similaridades com outra canção usada no evento em 2016. Os organizadores passaram então a investigar se a música "Non mi avete fatto niente", apresentada, teria copiado partes da música "Silenzio", apresentada há dois anos.
    Em nota, a rede de televisão informou que, "com o resultado das avaliações feitas, a 'RAI' acredita que a música não deve ser excluída da competição, pois cumpre os novos requisitos do regulamento". O departamento jurídico da emissora falou, por meio de um comunicado a imprensa, que a música cantada por Meta e Moro, tem trechos de "Silenzio". Mas, por essas partes não representarem mais de um terço da duração da música, isso não infringe a exigência de "novidade" da canção. Além disso, em análise mais aprofundada, observou-se que as duas canções possuem rascunhos, duração, letras e melodias diferentes. Sendo assim, a soma dos trechos que haviam sido considerados plágio, não excedem nem um minuto e três segundos de duração total da música que possui três minutos e 24 segundos.

Ansa - Brasil   

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