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Governo Federal destaca conquistas na área econômica

Novos índices demostram a retomada da economia brasileira em setores diversos, além do crescimento dos postos de trabalho em 2018

27 dez 2018 16h27
| atualizado às 19h06
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No primeiro semestre de 2018, o lucro líquido da Petrobras foi positivo em R$ 17 bilhões, impactado pelo aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a valorização do dólar sobre o real
No primeiro semestre de 2018, o lucro líquido da Petrobras foi positivo em R$ 17 bilhões, impactado pelo aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a valorização do dólar sobre o real
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O Governo Federal, nos últimos dois anos e sete meses, encarou com firmeza e estratégia a crise econômica para que o Brasil pudesse voltar a crescer. Neste período, as equipes tomaram uma série de medidas para que o País entrasse novamente nos trilhos do desenvolvimento. 

Apesar dos momentos difíceis, os efeitos positivos dessa política já podem ser sentidos pelos brasileiros.

A baixa inflação, por exemplo, reflete a estratégia assertiva do Governo. A redução na taxa básica de juros e a criação de novos postos de trabalho formais, além dos números positivos do setor agrícola, refletem que a economia está aquecida. 

Isso permite que a próxima gestão receba um Brasil em condições de sonhar com um futuro mais digno de oportunidades.

Economia

A taxa básica de juros, a Selic, atingiu o menor percentual de todos os tempos, e atualmente se encontra em 6,5%. Este fator possibilita que mais pessoas e empresas consigam refinanciar empréstimos, quitar dívidas e fazer investimentos a juros mais baixos.

O Governo Federal também autorizou a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) – uma decisão que injetou R$ 44 bilhões na economia brasileira, gerando um impacto de 0,61% no Produto Interno Bruto (PIB).

No total, 25,9 milhões de brasileiros puderam sacar o dinheiro. 

Trabalhador e empreendedor 

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho demonstram que a ocupação formal no Brasil aumentou, em agosto de 2018, em 110.431 novos postos de trabalho. 

No acumulado do ano, houve um crescimento de 568.551 empregos.

A nova Lei Trabalhista foi aprovada e entrou em vigor em novembro de 2017, com o objetivo de tornar o País mais competitivo, mais produtivo e com mais empregos.

Na prática, isto significa melhores relações entre trabalhadores e empregadores, com novas regras para parcelamento de férias, compensação de jornada de trabalho, intervalo intrajornadas, plano de cargos e salários, além de banco de horas e trabalho remoto.

Outro fator importante a ser destacado com relação ao conjunto de medidas adotado pelo Governo Federal é o Portal do Empreendedor, criado para simplificar a vida de quem faz ou quer fazer negócios no Brasil. 

O espaço está destinado a trazer informações relevantes para quem deseja realizar a formalização como microempreendedor individual (MEI). E ainda ajuda o usuário a tirar dúvidas, saber como cumprir as obrigações fiscais e buscar capacitações para o crescimento da atividade própria.

Agricultura e Pecuária

Durante o Plano Safra 2017/18, foram efetuados 560.300 contratos de crédito agrícola, totalizando R$ 149 bilhões. No primeiro bimestre do Plano Agrícola e Pecuário 2018/19 (julho-agosto 2018), houve um acréscimo de 45%, atingindo R$ 34,1 bilhões, com 139.155 operações, na comparação com o mesmo período da safra passada. 

A produção de grãos 2016/2017 foi a maior da história e a de 2017/2018 deverá ser a segunda maior de todos os tempos.

Petrobras
 

A Petrobras vem se recuperando gradativamente e a comprovação vem dos resultados positivos, em 2018. No primeiro semestre, o lucro líquido foi positivo em R$ 17 bilhões, impactado pelo aumento do preço do petróleo no mercado internacional e a valorização do dólar sobre o real.

Houve alta de 257% sobre igual período de 2017, enquanto que o lucro líquido ficou em R$ 4,8 bilhões.

Nas demonstrações financeiras do primeiro semestre, houve redução de 13% no endividamento em relação a dezembro de 2017.

Fonte: TC
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