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Trens flutuantes podem começar a operar na Europa em breve; veja vídeo

Ao usar eletricidade para pairar sobre uma almofada de ar, os trens maglev podem reduzir as emissões de carbono sem sacrificar o desempenho

13 mar 2024 - 10h43
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Resumo
A empresa italiana Ironlev realizou um teste pioneiro de levitação magnética para viagens limpas, ecológicas e rápidas. Apesar dessa tecnologia existir desde 1989, hoje só existem 6 trens maglev operacionais devido ao alto custo e falta de infraestrutura.
Itália faz teste pioneiro com trem flutuante
Itália faz teste pioneiro com trem flutuante
Foto: Ironlev

Trens flutuantes se tornam cada vez mais próximos da realidade na Europa, após um teste pioneiro de levitação magnética – também conhecido como maglev — realizado pela empresa italiana IronLev, que desenvolveu a tecnologia.

Recentemente, a empresa concluiu o primeiro teste maglev em uma linha ferroviária perto de Veneza. Ao longo do percurso de dois quilômetros, o veículo protótipo atingiu a velocidade de 70  km/h. Segundo IronLev, nenhuma modificação foi feita na pista. Veja o vídeo abaixo:

O teste poderá abrir caminho para a levitação magnética em linhas ferroviárias já em uso. Segundo a empresa, as vantagens deste modelo de trem incluem eficiência, redução de ruído e vibração. 

O sistema também promete viagens limpas, ecológicas e rápidas. Ao usar eletricidade para pairar sobre uma almofada de ar, os trens maglev podem reduzir as emissões de carbono sem sacrificar o desempenho do veículo. 

A transição para vias ferroviárias reais, no entanto, tem sido lenta. Após décadas de pesquisa e desenvolvimento, existem hoje apenas seis trens maglev operacionais: três na China, dois na Coreia do Sul e um no Japão.

A Alemanha também administrou brevemente um serviço maglev no final da Guerra Fria. Operando de 1989 a 1991, a rota preencheu uma lacuna na rede de transporte público causada pelo Muro de Berlim. Após a reunificação da Alemanha, a linha tornou-se redundante.

Nos anos que se seguiram, vários fatores atrasaram o regresso do sistema à Europa. Um deles é o alto preço da tecnologia. O maglev de Xangai, por exemplo, custou cerca de 60 milhões de dólares por quilômetro e meio de via.

Fonte: Redação Byte
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