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Siemens tem alta de encomendas maior que a esperada apesar de guerra no Oriente Médio

13 mai 2026 - 13h14
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As encomendas feitas à ‌Siemens aumentaram mais do que o esperado nos primeiros três meses do ano, embora a receita e o lucro tenham ficado aquém das previsões e a guerra no Oriente Médio tenha criado o que o presidente-executivo do grupo alemão chamou de "ambiente geopolítico muito tenso".

Os pedidos, uma métrica de desempenho futuro ⁠para uma das maiores empresas de engenharia da Alemanha, aumentaram 11% no ‌período de janeiro a março, impulsionados por forte demanda, especialmente dos Estados Unidos, bem como de centros de processamento de dados, serviços de ‌energia e fabricantes de produtos militares.

O presidente-executivo da ‌Siemens, Roland Busch, disse a jornalistas que o "comportamento de compra dos ⁠clientes" ainda não tinha sido visivelmente afetado pela interrupção causada pela guerra no Oriente Médio, que começou no final de fevereiro.

Mas ele disse que a Siemens está monitorando os acontecimentos e o possível impacto sobre inflação, cadeias de suprimentos e a confiança dos consumidores.

"Se olharmos para todos os ‌mercados, veremos uma leve recuperação em certas áreas na região da China, ‌nos EUA, com relação ao ⁠comportamento de investimento, ⁠aeroespacial, defesa e, até certo ponto, ciências da vida", disse Busch.

VENDAS ESTÁVEIS E ⁠LUCRO MENOR

A Siemens disse que as ‌vendas durante o segundo trimestre ‌fiscal ficaram estáveis em 19,76 bilhões de euros, abaixo das previsões de 20,14 bilhões em um consenso de analistas reunido pela empresa.

O lucro da divisão industrial caiu 8%, para 2,97 bilhões de euros, ⁠ficando perto da previsão média de 3,05 bilhões de euros, depois que a empresa registrou um ganho de 300 milhões de euros com a venda de divisão de cabos e fios no ano passado, o que também causou um declínio nas ‌margens de lucro.

O lucro líquido caiu para 2,24 bilhões de euros ante estimativa média do mercado de 2,13 bilhões. A empresa também anunciou ⁠uma recompra de ações de até 6 bilhões de euros nos próximos cinco anos.

A Siemens disse que sua carteira de pedidos atingiu um recorde de 124 bilhões de euros, impulsionada por seus três principais negócios: automação de fábricas, infraestrutura de construção e mobilidade.

A empresa disse que ainda espera um crescimento comparável da receita na faixa de 6% a 8% e que receberá mais pedidos do que entregará, com um índice book-to-bill, o que implica uma dinâmica de receita futura, acima de 1 para o ano fiscal de 2026, que vai até o final de setembro.

A empresa também manteve sua previsão de lucro por ação para o ano na faixa de 10,70 a 11,10 euros.

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