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O ChatGPT não é usado da maneira que pensávamos: os usos mais frequentes não têm nada a ver com as buscas do Google

O ChatGPT é usado, principalmente, para entender, decidir e produzir conteúdo, não para navegar por links; O Google continua sendo a porta de entrada para o ecossistema da web, tanto por hábito quanto por design; A IA está ganhando terreno, mas hoje contribui com apenas cerca de 1% do tráfego de referência analisado.

18 dez 2025 - 12h12
(atualizado em 18/12/2025 às 11h27)
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Foto: Xataka

Durante esses três anos de convivência com o ChatGPT, consolidou-se a sensação de que o mecanismo de busca tradicional não é mais essencial. O chatbot responde em linguagem natural, permite perguntas adicionais e, em muitos casos, economiza tempo em comparação com uma lista de links. Mas essa conveniência não significa necessariamente que ele desempenhe a mesma função que o Google. Buscar não se resume a obter uma resposta definitiva: também envolve explorar fontes, comparar e decidir por si mesmo em quais informações confiar.

Para entender o que realmente está mudando, é útil observar como cada ferramenta é usada, e não apenas como são discutidas. Antes de prosseguirmos para o estudo, podemos fazer uma pergunta específica: quando abrimos o ChatGPT, estamos buscando informações no sentido clássico ou estamos fazendo algo diferente? Essa distinção é importante porque "buscar", como já foi dito, engloba ações muito distintas.

O que os estudos dizem sobre a verdadeira relação entre o ChatGPT e o Google

Um artigo do National Bureau of Economic Research, baseado em dados fornecidos pela OpenAI, é o ponto de partida para explorar esse tema. O sistema é construído a partir de mensagens enviadas ao ChatGPT, classificadas automaticamente para detectar padrões sem que ninguém leia o conteúdo. O objetivo não é avaliar a qualidade das respostas, mas sim mensurar por que usamos o chat na prática e como esse uso muda ao longo do tempo.

O primeiro panorama apresentado no artigo é claro e deve ...

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