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No novo RPG do diretor de The Witcher 3, "você poderá enfrentar o chefe final logo no início", o que demonstra liberdade para jogador

The Blood of Dawnwalker chegará em 2026, mas seu diretor, Konrad Tomaszkiewicz, já nos deixa ansiosos

24 fev 2026 - 13h09
(atualizado às 14h15)
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Foto: Xataka

Uma das equipes de desenvolvimento que mais gera expectativa entre os jogadores - mesmo sem terem lançado nenhum projeto até o momento - é a Rebel Wolves. O estúdio polonês, fundado por Konrad Tomaszkiewicz - ex-diretor de The Witcher 3 - juntamente com ex-funcionários da CD Projekt, apresenta um ambicioso primeiro RPG de mundo aberto chamado The Blood of Dawnwalker. Um jogo que, embora ainda sem data de lançamento, deixa suas ambições claras: não há uma missão principal que conduza o jogador, mas sim uma estrutura sandbox onde cada decisão molda a experiência.

Ambientado em um vale fictício dos Cárpatos no século XIV, The Blood of Dawnwalker coloca o jogador na pele de Coen, um híbrido meio humano, meio vampiro. Durante o dia, Coen mantém sua humanidade, interage, investiga e usa sua espada para resolver conflitos; mas quando a noite cai, seus poderes vampíricos emergem, permitindo-lhe escalar paredes, infiltrar-se e se alimentar. Essa dualidade não apenas define suas habilidades, mas também como você abordará suas missões e relacionamentos.

Nesse sentido, e segundo Tomaszkiewicz, essa liberdade significa que não há uma "missão principal": "Você constrói sua experiência com as missões que encontra... Cabe a você decidir se quer seguir sozinho ou se prefere montar sua própria equipe, encontrar itens poderosos, desenvolver seu personagem ou completar missões e encontrar aliados para ajudá-lo."

Uma das ideias mais ousadas do estúdio é que os jogadores podem ir direto para o ...

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