No novo RPG do diretor de The Witcher 3, "você poderá enfrentar o chefe final logo no início", o que demonstra liberdade para jogador
The Blood of Dawnwalker chegará em 2026, mas seu diretor, Konrad Tomaszkiewicz, já nos deixa ansiosos
Uma das equipes de desenvolvimento que mais gera expectativa entre os jogadores - mesmo sem terem lançado nenhum projeto até o momento - é a Rebel Wolves. O estúdio polonês, fundado por Konrad Tomaszkiewicz - ex-diretor de The Witcher 3 - juntamente com ex-funcionários da CD Projekt, apresenta um ambicioso primeiro RPG de mundo aberto chamado The Blood of Dawnwalker. Um jogo que, embora ainda sem data de lançamento, deixa suas ambições claras: não há uma missão principal que conduza o jogador, mas sim uma estrutura sandbox onde cada decisão molda a experiência.
Ambientado em um vale fictício dos Cárpatos no século XIV, The Blood of Dawnwalker coloca o jogador na pele de Coen, um híbrido meio humano, meio vampiro. Durante o dia, Coen mantém sua humanidade, interage, investiga e usa sua espada para resolver conflitos; mas quando a noite cai, seus poderes vampíricos emergem, permitindo-lhe escalar paredes, infiltrar-se e se alimentar. Essa dualidade não apenas define suas habilidades, mas também como você abordará suas missões e relacionamentos.
Nesse sentido, e segundo Tomaszkiewicz, essa liberdade significa que não há uma "missão principal": "Você constrói sua experiência com as missões que encontra... Cabe a você decidir se quer seguir sozinho ou se prefere montar sua própria equipe, encontrar itens poderosos, desenvolver seu personagem ou completar missões e encontrar aliados para ajudá-lo."
Uma das ideias mais ousadas do estúdio é que os jogadores podem ir direto para o ...
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