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Irlanda e Luxemburgo precisam de mais recursos para policiar gigantes de tecnologia, diz relatório

23 jun 2020 - 15h33
(atualizado às 16h00)
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Irlanda e Luxemburgo, as sedes europeias do Google, Facebook, Twitter e Amazon, precisam de um aumento substancial de recursos para lidar com violações de dados pelas gigantes da tecnologia dos EUA, disse um relatório da União Europeia.

REUTERS/Arquivo
REUTERS/Arquivo
Foto: Reuters

O relatório da Comissão Europeia, visto pela Reuters, procurou avaliar a eficácia das regras de privacidade de dados da UE conhecidas como Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) adotadas em 2018.

O GDPR exige que as empresas busquem o consentimento das pessoas antes de usar seus dados pessoais, aplicando pesadas multas nas empresas que não seguem as regras. A vice-presidente europeia de valores e transparência, Vera Jourova, já havia classificado as regras como uma bússola para guiar a UE na era digital.

O relatório disse que as agências de proteção de dados em todo o bloco de 27 países aumentaram suas equipes em 42% e os orçamentos em 49% entre 2016 e 2019, mas os governos da Irlanda e de Luxemburgo precisavam fazer mais.

"Dado que as grandes multinacionais de tecnologia estão estabelecidas na Irlanda e em Luxemburgo, as autoridades de proteção de dados desses países atuam como autoridades líderes em muitos casos transfronteiriços importantes e podem precisar de recursos maiores do que sua baixa população indicaria", afirma o relatório.

O órgão regulador irlandês abriu investigações sobre o Facebook, Instagram e WhatsApp, além do Twitter, Apple, Verizon Media, LinkedIn, de propriedade da Microsoft, e o anunciante digital dos EUA Quantcast.

O relatório instou os órgãos nacionais a iniciar investigações conjuntas que levariam a regras e abordagens mais homogêneas.

O documento também afirmou que alguns dos desafios são reconciliar os direitos de privacidade de dados com o direito à liberdade de expressão e como aplicar as regras a tecnologias como inteligência artificial, reconhecimento facial, blockchain e a Internet das Coisas.

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