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Impedidas de sentar e ir ao banheiro: ex-funcionárias grávidas processam a Amazon nos EUA e revelam punições por pausas simples durante a gestação no trabalho

Quatro ex-funcionárias dizem ter sido punidas após solicitar adaptações simples para continuar trabalhando durante a gestação

18 set 2026 - 17h30
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Resumo
Quatro ex-funcionárias de armazéns da Amazon em Nova York processaram a empresa por violar leis federais de proteção à gestante. Elas alegam que tiveram pedidos básicos negados durante a gravidez, como trabalhar sentadas e fazer pausas para descanso e uso do banheiro. Segundo a ação, as trabalhadoras sofreram punições ao se ausentarem para consultas médicas, descanso ou até para extração de leite materno, tempo que a empresa teria registrado indevidamente como período de inatividade laboral.
Impedidas De Sentar E Ir Ao Banheiro
Impedidas De Sentar E Ir Ao Banheiro
Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Xataka

A Amazon está sendo processada nos Estados Unidos por quatro ex-funcionárias de armazéns em Nova York que afirmam ter sido impedidas de receber adaptações básicas durante a gravidez, como fazer pausas para ir ao banheiro, descansar por 15 minutos e trabalhar sentadas.

Funcionárias dizem que foram punidas por fazer pausas

A ação coletiva acusa a empresa de violar a Pregnant Workers Fairness Act (PWFA), lei federal aprovada em 2022 que exige que empregadores ofereçam adaptações razoáveis a trabalhadoras grávidas, desde que não representem dificuldade ou custo excessivo para a empresa.

As autoras — Willamina Barclay, Kristina Green, Jennifer Hatch e Dazaria Parks — trabalhavam em armazéns da Amazon em Nova York. Segundo o processo, elas solicitaram mudanças nas condições de trabalho para conseguir continuar desempenhando suas funções durante a gestação.

Entre os pedidos estavam pausas para usar o banheiro, uma pausa adicional de 15 minutos e a possibilidade de trabalhar sentadas em vez de permanecer em pé.

A ação afirma que os pedidos foram negados e que as funcionárias tiveram de continuar trabalhando nas mesmas condições. Quando posteriormente fizeram pausas ou se ausentaram por motivos médicos, como consultas, descanso ou atendimento de emergência, elas dizem ter sido punidas.

Em um dos casos, uma funcionária afirma que também foi penalizada por retirar leite materno em uma sala de lactação. O tempo utilizado para isso teria sido registrado como período de "inatividade", ...

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